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Deputados Lázaro Botelho e César Halum seguem ‘indecisos’ mesmo após protesto em Araguaína

Redação AF - | - 600 views
Deputados de Araguaína, Botelho e Halum, não se cruzam à manifestação das ruas

Após a manifestação dos trabalhadores em frente à residência dos deputados federais araguainenses, Lázaro Botelho (PP) e César Halum (PRB), o AF questionou como os parlamentares vão votar em relação à reforma da previdência, nesta sexta-feira (28), e como avaliam o protesto em Araguaína. Porém, nenhum deles revelou como votará de maneira categórica. O protesto reuniu centenas de manifestantes.

Lázaro Botelho não revela o voto

Foto: JJ Leandro
Protesto em frente à casa do deputado federal Lázaro Botelho (PP).

Botelho, em nota, não adiantou se votará ‘sim’ ou ‘não’. “Aguardarei as discussões que ocorrerão na Comissão Especial”, justificou. Contudo, o parlamentar afirmou que já deixou claro seu posicionamento contra diversos pontos do texto original.

“Articulamos e conseguimos junto com a bancada do Partido Progressista, manter os direitos dos trabalhadores rurais, manutenção de regras especiais para professores e policiais, reduzir de 49 para 40 a idade de contribuição para receber o benefício integral entre outras conquistas. Entretanto, é de extrema importância os debates na Comissão, antes de emitir um posicionamento sobre o meu voto”, afirmou Lázaro Botelho.

Halum é um pouco mais enfático

Foto: Divulgação
Protesto em frente à casa do deputado federal César Halum

O deputado César Halum foi mais enfático em sua resposta e se mostrou mais contrário do que favorável à reforma da previdência, da forma que está sendo proposta, prejudicando apenas a classe trabalhadora, sem atingir os grandes devedores da previdência e os que ganham aposentadorias volumosas.

“Entendo que o Brasil precisa da reforma da previdência, mas ela tem que ser para todos, e não para uma parcela. O que estou observando é que aqueles que são ricos, que recebem as aposentadorias volumosas, estão fora da reforma. Só voto nessa reforma, e a minha posição é clara, se: 1) o governo atacar os devedores, bloqueando os seus bens e colocando a leilão para pagar o que devem à previdência; 2) Se o Governo for duro com os fraudadores da previdência, e a pena de reclusão de 10 anos passar para 20 anos; 3) e se o governo fizer uma auditoria da dívida pública, que é outro câncer que consome o nosso dinheiro, e abranger também na reforma todas as categorias. Qual é essa de quem ganha muito ficar de fora? Não concordo que só os de menor renda possam pagar a conta”, finalizou César Halum.

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