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Deputados rechaçam contas do Governo e duvidam que concurso da PM saia este ano

Redação -
Foto: Divulgação
Assembleia Legislativa do Tocantins

Os deputados estaduais criticaram duramente, na sessão desta quarta-feira (18), a prestação de contas apresentada pelo Governo do Tocantins à Assembleia Legislativa. Para os parlamentares, os números referentes ao segundo quadrimestre de 2017 demonstram extrema falta de planejamento do Executivo.

Um dos deputados que questionou foi o petista Paulo Mourão. Para ele, com a situação apresentada pelo governo,  será muito difícil dar posse a novos procuradores e policiais militares. “Como isso será feito? Será que estão brincando conosco? Ou será que anunciam [o concurso da PM] porque o ano que vem é eleitoral?”, questionou.

Também indignado com a atual situação econômica do Estado, o deputado Zé Roberto (PT) classificou o Estado como incompetente. “Saí da audiência pública [de prestação de contas] com a certeza de que o Governo é incapaz de apresentar alternativa ao caos financeiro instalado no Tocantins”, criticou o parlamentar ao destacar que os técnicos do Governo apresentaram os problemas, mas nenhuma solução.

A série de críticas não parou por aí. Os deputados Alan Barbiero (PSD), José Augusto Pugliese (sem partido)  e Eduardo Siqueira Campos (DEM) também demonstraram insatisfação com a atual gestão do Estado.

Eduardo Siqueira chegou a sugerir alternativas para crise do governo, como a entrega de imóveis alugados, já que prédios ‘não faltam na Praça dos Girassóis’.

A FAVOR 

A líder do Governo na Casa, Valderez Castelo Branco (PP), saiu em defesa da gestão garantindo que os técnicos do Executivo apresentaram ‘com verdade e transparência’ o relatório econômico-financeiro.

“É verdade que alguns números são desfavoráveis neste momento, mas quero lembrar que tudo o que foi apresentado é fruto da crise pela qual passa o país. Ressalto também que o governo Marcelo Miranda vem trabalhando desde o início do mandato no sentido de corrigir as distorções que oneram a folha de pagamento”, concluiu.

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