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Dimas afirma que “irresponsáveis desonestos” tentam enganar o povo sobre projeto da iluminação pública

Redação AF - | - 931 views
Foto: Divulgação
Dimas fala "verdades" sobre terceirização da iluminação pública

A contratação de empresa privada para assumir os serviços de iluminação pública em Araguaína (TO) está dividindo opiniões. O tema já rendeu debates tanto na Câmara Municipal como na Assembleia Legislativa do Estado. O projeto já foi aprovado em primeira votação e retornará à pauta na próxima segunda-feira (13/06).

Para rebater críticas e boatos sobre a terceirização dos serviços, o prefeito Ronaldo Dimas (PR) divulgou nas redes sociais uma nota em que afirma que “mais uma vez irresponsáveis desonestos tentam enganar a população”.

Dimas destacou algumas “verdade” sobre a concessão dos serviços de iluminação pública. “Não haverá aumento de taxa de iluminação“, garantiu. Na Assembleia, o deputado estadual Jorge Frederico (PSDC) já criticou possíveis reajustes.

Conforme o prefeito, o município também não investirá nada, ou seja, não terá custos. “A empresa que ganhar a licitação fará ao longo de 3 anos  investimentos de R$ 60 milhões”, acrescentou.

Dimas afirmou ainda que “todas as luminárias serão substituídas pelas mais modernas existentes no mundo, Led que duram muito mais e economizam 70% de energia”. Além disso, a manutenção do sistema também será obrigação da empresa que vencer a licitação. “Um moderno sistema de gestão, totalmente informatizado, será implantado acusando problemas na iluminação instantaneamente. O prazo para substituição de lâmpadas será de 24 horas“, afirmou.

Remuneração da empresa

O prefeito esclareceu ainda que a empresa receberá exclusivamente o valor arrecadado com a taxa de iluminação pública, que está em torno de R$ 450 mil por mês atualmente. Segundo ele, a redução dos custos de consumo e de manutenção é que viabilizam essa parceria público privada.

“Em resumo, será implantado o que há de melhor no mundo em termos de iluminação pública e nem o Município nem a população terão que pagar nada além do que hoje já é cobrado”, finalizou Ronaldo Dimas.

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