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Decreto desapropria 100 imóveis para obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Araguaína

Agnaldo Araujo - | - 619 views
Foto: Marcos Filho
A reforma do aeroporto de Araguaína estava prevista para o primeiro semestre de 2017

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (16/02) o decreto que autoriza a desapropriação de interesse público para execução das obras do aeroporto de Araguaína. No total, são 100 lotes em áreas localizadas no Setor Nova Araguaína. A quantia de R$ 65 milhões para a reforma já está liberada.

As obras previstas irão aumentar o aeroporto em 1.400 metros quadrados, com ampliação da pista que passará de 1.800 para 1.904 metros, da sessão de combate a incêndio, da área de embarque e desembarque para passageiros, entre outras melhorias. Com isso o aeroporto poderá receber voos maiores, além de receber simultaneamente mais de um voo, o que pode atrair mais empresas aéreas para a cidade.

Em viagem a Brasília, o prefeito Ronaldo Dimas (PR) apresentará a publicação do decreto junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para solicitar providência no andamento das obras.

“Já temos em andamento a reforma da rodoviária, mudando radicalmente a impressão de quem vem à nossa cidade daquela importantíssima porta de entrada. A outra porta de entrada, nosso aeroporto, receberá a implantação das mudanças tão necessárias para poder receber boeings de maior porte, inclusive noturnos”, comentou Ronaldo Dimas.

Negociações com os moradores

Dos 100 lotes localizados na área de impacto, 35 encontram-se ocupados, 44 vagos e outros 21 são áreas públicas invadidas. De acordo com o secretário executivo do Planejamento, Frederico Prado, a partir da publicação do decreto, as famílias serão notificadas e, em seguida, aquelas que residem nos lotes de interesse público serão procuradas pela equipe da Secretaria da Assistência Social, para que seja iniciada a negociação amigável da desapropriação.

“No caso dos lotes vazios, já estamos fazendo o levantamento de quem são os proprietários para entrar em contato e também fazer a negociação. Já nos casos das famílias que infelizmente estão ocupando áreas públicas, será feita a remoção com indenização do que foi edificado sobre o lote”, explicou o secretário. (Mara Santos)

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