Dimas rechaça aliança com Marcelo Miranda: ‘como apoiar um governo que não cumpre as tarefas básicas?’

Redação AF - | - 986 views
Foto: Divulgação
Tocantins precisa de mudanças, mas com responsabilidade e segurança, diz Dimas

Após o anúncio da candidatura à reeleição do governador Marcelo Miranda pelo MDB, o prefeito licenciado de Araguaína e pré-candidato ao Governo do Estado, Ronaldo Dimas (PR), descartou a possibilidade de futura aliança com o atual gestor.

Dimas disse, nesta segunda-feira (29), que ingressou na disputa por que o Estado precisa urgente de mudanças, mas feitas com responsabilidade e segurança, sem aventuras. “Respeito o MDB e seus líderes e filiados, mas se estivesse satisfeito com a atual gestão estadual, não seria pré-candidato. Nosso projeto para o Estado é outro. Política de resultados: investimentos públicos melhorando nossas cidades e gerando qualidade de vida, atração de investimentos e parcerias público-privadas, com emprego e renda para os tocantinenses”, destacou o pré-candidato.

Como exemplo de política positiva, o pré-candidato citou os bons dados de geração de emprego de Araguaína em 2017. Conforme as informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), Araguaína foi a única cidade do Estado entre os 50 municípios com maior saldo positivo na geração de empregos em 2017. Ao todo, o saldo entre contratações e demissões ficou em 1.302, o que representou 34,64% do total de 3.759 vagas a mais geradas no Estado. Comprando com Palmas, onde o saldo positivo de alcançou 384 vagas, o número de Araguaína foi 3,4 vezes maior que o da Capital.

Projeto

O pré-candidato a governador afirmou que, durante a sua agenda política nos municípios, os mais variados problemas são expostos e a população se queixa de muitas promessas e poucas ações. “Como apoiar a reeleição de um governo que não consegue cumprir com as tarefas básicas? Educação de qualidade, saúde eficiente e segurança da população hoje mais parece um sonho”, lamentou Dimas.

Por fim, Dimas rechaçou a ideia de montar um supergrupo político, mas está aberto para apoios. “Nossa pré-candidatura não é para derrotar ninguém, não é a busca do poder pelo poder, mas sim a apresentação do melhor projeto para transformar o Estado. Eu não vou sair atacando com xingamentos os políticos do Estado. Esse não é meu perfil e isso não soma nada”, frisou.

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