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Direção da FAPAC diz que houve “equívoco” por parte do MEC em avaliação e apresentará recurso

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Direção da faculdade diz que MEC se equivocou.

AF Notícias //Da Redação

A Direção Geral da Faculdade Presidente Antônio Carlos (FAPAC), de Porto Nacional (TO), afirmou que houve um “equívoco” por parte do Ministério da Educação (MEC) na instauração do processo de supervisão devido o desempenho insatisfatório no Índice Geral de Cursos (IGC).

Ainda segundo a FAPAC, o “equívoco será revisto”, pois em 2011 a faculdade não estava sob a supervisão do MEC, mas do Conselho Estadual de Educação do Tocantins (CEE-TO).

A nota informa ainda que a instituição apresentará recurso, até o dia 15 de janeiro, ao MEC “relatando o equívoco e solicitando o reexame da situação” em relação ao IGC.

Segundo a direção, a nova FAPAC conduz o processo gerencial e administrativo com seriedade, prova são os resultados das avaliações in loco realizadas pelo INEP/MEC, onde já foram avaliados cinco cursos.

Em uma nota que varia na escala de 1 a 5, os cursos já avaliados (Engenharia Civil, Enfermagem, Odontologia, Ciências Contábeis e Engenharia da Computação) obtiveram nota 4.

Entenda

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC abriu processo de supervisão contra várias instituições em razão de resultados insatisfatórios no Índice Geral de Cursos – IGC referente aos anos de 2011 e 2014. O documento foi publicado no Diário Oficial da União nº 245, de 23 de dezembro de 2015.

O MEC também aplicou medidas cautelares preventivas contra as instituições de ensino. Na lista das punidas está a Faculdade Presidente Antônio Carlos (FAPAC), de Porto Nacional (TO).

O CPC é calculado com base na avaliação de desempenho de estudantes concluintes, corpo docente, infraestrutura, recursos pedagógicos e outras variáveis. A cada três anos, um grupo de graduações passa pelo crivo do MEC.

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