Discussão entre vereador e cidadão termina em agressão física na Câmara da Capital

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Major Negreiros já foi líder da gestão Amastha na Câmara Municipal de Palmas

Uma discussão entre o vereador Major Negreiros (PSB) e um homem conhecido como Fernando Baiano terminou em agressão física na Câmara Municipal de Palmas. O fato aconteceu na manhã desta quinta-feira (16) e teria sido motivado por um comentário de Fernando Baiano, num grupo de WhatsApp, contra a gestão Amastha e o presidente da Fundação da Juventude da Prefeitura de Palmas, Nahylton Alen, que é sobrinho de Negreiros.

Em entrevista ao site de notícias Conexão Tocantins, Fernando Baiano admitiu que falou de Nahylton no aplicativo de mensagens. O comentário teria sido escrito durante uma discussão sobre uma aula de educação sexual na rede municipal de ensino.

Segundo Fernando Baiano, a mensagem dizia: “Se o secretário de Juventude (Nahylton) autorizou isso no município, que a cara dele é de gayzinho também, né. Se ele autorizou, não tenho nada contra gay, mas a gestão do Amastha é um monte de gay disfarçado. Se ele autorizou, ele deve pagar caro por isso porque não é a mãe dele ou o filho dele que está lá no Colégio não”. 

Negreiros soube dos comentários de Fernando Baiano e ao encontrá-lo nos corredores da Câmara foi tirar satisfações.

Os dois divergem sobre quem teria iniciado as agressões. Fernando Baiano afirma que o vereador chegou falando em tom de ameaça e em seguida já partiu para as vias de fato, usando fio de carregador de celular para chicoteá-lo. De acordo com Baiano, o vereador já o ameaçou outras vezes por sua posição política. Segundo ele, no momento da briga, o major teria ido ao carro para pegar uma arma e foi impedido por outros vereadores que tentaram amenizar a confusão. Fernando Baiano disse que chegou a prestar queixa contra Negreiros.

Na versão do parlamentar palmense, o homem teria iniciado a confusão. Major Negreiros diz que Fernando Baiano sempre está na Câmara ofendendo os vereadores e o próprio prefeito Carlos Amastha, mas desta vez, teria extrapolado difamando sua família. O vereador negou ter uma arma dentro do carro, mas afirma não ter ‘sangue de barata’ para este tipo de ofensa. “Eu não aceito esse tipo de coisa. Ele teve problema com todo mundo”, disse.

 

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