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Empreiteira do Estádio Mirandão teria repassado R$ 2 milhões ao caixa 2 da campanha de Marcelo Miranda

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Marcelo Miranda no Estádio Mirandão, em Araguaína.

Denúncia do Ministério Público Federal nos autos do inquérito da Operação Reis do Gado aponta que a construtora MVL teria repassado dinheiro em espécie à campanha de Marcelo Miranda em 2010, em troca de contratos realizados com o Governo do Estado.

De acordo com o MPF, em 2006, o Governo contratou a MVL, que tem como sócio Marcus Vinícius Lima Ribeiro (Marquinhos), preso temporariamente, para construção da sede do Igeprev em Palmas e do Estádio Mirandão, em Araguaína.

A quantia repassada teria sido no valor de R$ 2 milhões, em espécie, ao laranja da família Miranda na pépoca, Alexandre Fleury, que agora delatou o esquema. O dinheiro teria sido sacado no banco HSBC em Araguaína, em quantias menores e cheques emitidos por Marquinhos.

Para construção do Estádio Mirandão, a MVL faturou mais de R$ 24,5 milhões. Pela construção da sede do Igeprev, foram mais de R$ 5,5 milhões. Atualmente, o estádio encontra-se interditado por falhas na segurança.

Conforme o MPF, a empresa declarou formalmente que havia doado à campanha de Marcelo Miranda a quantia irrisória de apenas R$ 10 mil.

Já na campanha eleitoral de 2006, a MVL teria doado R$ 2,5 milhões ao governador Marcelo Miranda. Para o Ministério Público, os fatos se enquadram como crimes de corrupção passiva e corrupção ativa.

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