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Acadêmicos da UFT criam quadrinhos sobre defesa dos direitos dos idosos

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Quadrinhos explicando defesa dos direitos dos idosos

Um grupo de nove estudantes do curso de Direito, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), decidiu defender os direitos dos idosos de uma forma criativa: através de histórias em quadrinhos. Sobre a escolha da linguagem dos quadrinhos, o grupo foi enfático: “Queríamos uma forma lúdica. O que é mais gostoso de ler do que quadrinhos?”.

Tanto o tema quanto a forma foram escolhidos pelos próprios estudantes, que criaram o projeto “Nossos idosos: a velhice sob nossa proteção” dentro da disciplina de Seminários III.

O objetivo é sensibilizar a sociedade a respeito dos direitos dos idosos, como explica a estudante Simone Oliveira. “A UFT já tem de forma muito forte a política de defesa dos idosos através da Universidade da Maturidade (UMA). Então, nós quisemos fazer algo que fosse voltado para toda a sociedade de forma mais ampla”, disse.

Para isso, os estudantes criaram tirinhas de humor que levam à reflexão com a personagem Dona Zezé em defesa dos idosos sempre que vê uma injustiça. As situações foram elaboradas por todo o grupo e a arte é feita pela estudante Bárbara Geovanna. “A Dona Zezé é a personagem que criamos para representar todas as pessoas que têm consciência dos direitos dos idosos e que esses direitos precisam ser assegurados”, disse Bárbara.

As tirinhas serão divulgadas nas redes sociais e em banners disponibilizados em lugares estratégicos na cidade de Palmas-TO. Segundo os estudantes, a legislação é clara, mas durante as palestras realizadas em algumas escolas como parte do projeto, perceberam que os mais jovens se interessam pouco. “Como disse Nelson Rodrigues: ‘jovens, envelheçam! ’. A velhice chega para todo mundo”, declarou Simone.

A estudante Nádila de Moraes disse que a grande intenção é atingir o objetivo de divulgar os direitos dos idosos para o maior número de gente possível, e não só concluir a disciplina. “A Dona Zezé está aí para nos inspirar. Não precisa ser um super-herói musculoso. Só precisamos nos posicionar”.

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