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Explosivos encontrados com jovem de 18 anos são detonados no Tocantins

Redação AF -
Os explosivos foram apreendidos no último dia 04 de janeiro

A equipe do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) realizou na manhã da última segunda-feira (11), a detonação de aproximadamente 15 quilos de explosivos que foram apreendidos pela Polícia Militar, em poder de uma garota de 18 anos, no município de Miracema do Tocantins, no último dia 4 de janeiro de 2015. A ação aconteceu no Clube de Tiro, Localizado na TO-050, em Palmas.
Conforme a Polícia Civil, a carga explosiva foi encontrada dentro de uma mala, a qual estava no interior de um ônibus que fazia a linha de Palmas para Imperatriz (MA). Foram apreendidas 14 emulsões de explosivos de demolição tipo E, além de 13 detonadores e 50 metros de cordão detonante MP 10, que após serem periciados, foram liberados para a detonação, que ocorreu em etapas devido ao alto impacto do material.
O diretor do Gote, Delegado Rildo Barreira ressalta que esse tipo de material é comumente utilizado por quadrilhas especializadas de roubo a banco para explodir caixas eletrônicos. “O material apreendido é normalmente utilizado em pedreiras na implosão de rochas de grande porte, no entanto, quadrilhas especializadas acabam se apoderando desse tipo de material para explodir agências bancárias em todo o território nacional. Agora, os policiais civis da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) intensificaram as investigações a fim de descobrir a origem das emulsões, bem como para quem, as mesmas seriam entregues, no Maranhão”, pontuou.
De acordo com o coordenador de operações do Gote Ariston Ribeiro de Araújo, um dos responsáveis pela ação, juntamente com os Agentes Gomide e Sóstenes, os explosivos são produzidos de forma industrial e que depois de fabricados são inseridos dentro de compostos plásticos ou de papelão. “As emulsões tinham um grande poder de impacto, e devido à qualidade do material, poderiam ser utilizados para destruir paredes de até três agências bancárias, simultaneamente, o que poderia ocasionar ferimentos graves ou até mesmo a morte de pessoas, que por ventura, estivesse no local ou nas imediações no momento das explosões”, ressaltou.

 

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