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Faltam vacinas contra DTP, raiva e hepatite nos postos de saúde em Araguaína

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Ministério da Saúde deixa de repassar vacinas para Municípios.

Está em falta algumas vacinas no Pólo de Imunização de Araguaína (TO). Na última semana, o Ministério da Saúde encaminhou a nota informativa à Secretaria Municipal de Saúde informando que não haverá distribuição em janeiro de alguns lotes como DTP, vacina contra a raiva, hepatite A e outras.

O não atendimento regular das demandas mensais estaduais de algumas vacinas em falta foi comunicado pela Secretaria Municipal de Saúde de Araguaína, através do Ofício Circular GAB/SUPAB/SMS Nº 045/2016, para a 5ª Promotoria de Justiça de Araguaína, Vara e Procuradoria da Infância e Juventude, do Ministério Público Estadual (MPE), Conselho Municipal de Saúde de Araguaína e Ouvidoria do Município.

A distribuição de vacinas está com calendário atrasado em todo o Brasil e o ofício circular, com o comunicado do Ministério da Saúde, foi encaminhado para secretarias de todas as regiões do País. A vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP) que protege a criança contra três doenças graves: difteria, tétano e coqueluche, não foi distribuída, segundo o Ministério, devido a indisponibilidade nos mercados nacional e mundial.

Neste período sem a DTP, a orientação é substituir temporariamente pela vacina Pentavalente. Algumas como a hepatite A aguardam processo de desembaraço alfandegário.

Agendamento

O secretário da Saúde, Jean Coutinho, ressalta que a Secretaria da Saúde, apesar do déficit de alguns imunobiológicos, tem trabalhado para imunizar o máximo da população e tem priorizado os grupos vulneráveis. “Estamos com as equipes voltadas a atender a população da melhor forma possível afim de atenuar esse problema”, disse.De acordo com a coordenadora interina do Centro de Imunização, Antônia Neta Macedo, a comunidade deve ficar atenta aos agendamentos nas unidades básicas de saúde (UBS). “Algumas vacinas, por exemplo a BCG, após abertas deverão ser utilizadas em seis horas, após esse prazo ela perde a validade. Por isso, estamos agendando os pacientes, para que não haja perdas de doses. Outra estratégia que está sendo utilizada é o remanejamento de doses, tudo para garantir a vacinação de rotina das crianças até que os estoques sejam regularizados pelo MS”, explicou.

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