Família descobre interdição de cemitério na hora de sepultar ente querido em Araguaína

Agnaldo Araujo - |
Foto: Fernando Almeida
Cemitério do Setor Monte Sinai

Márcia Costa//AF Notícias 

Não bastasse a dor de perder um ente querido, uma família do setor Oeste, em Araguaína, enfrentou outro drama: o transtorno de não sepultar o parente falecido no cemitério do Setor Monte Sinai, onde outros familiares estão sepultados.

Uma amiga da família, que pediu para não ser identificada, relatou que o homem de 50 anos faleceu após sofrer um infarto e a família ficou três dias aguardando um local para enterrá-lo. Os parentes não tinham condições de sepultá-lo em um cemitério particular.

O homem morreu na manhã do dia 4 de janeiro de 2018, e só foi enterrado no dia 6, depois que a família conseguiu uma vaga no cemitério do Distrito de Novo Horizonte, a 20 km de Araguaína. “Foi muito difícil para a família”, afirmou a amiga.

OUTRO LADO

Em relação ao cemitério do setor Monte Sinai, a Prefeitura de Araguaína informou que no dia 1º de dezembro de 2017 foram suspensos os sepultamentos no cemitério em cumprimento a uma orientação do Ministério Público Estadual (MPE), devido ao terreno não ter registro legal da época de sua implantação, realizada por gestões anteriores.

Até que se conclua o processo de regularização do local, a Prefeitura continua disponibilizando vagas para sepultamento destinadas a famílias de baixa renda no Cemitério Jardim das Paineiras”, garantiu a prefeitura.

Mais informações sobre podem ser obtidas pelos telefones da Fundação de Atividade Municipal Comunitária (Funamc): 3411 7086 e 99979 9789”.

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