Fundação Restaurar defende contrato com a Prefeitura de Araguaína e nega preço superfaturado

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Sede da Prefeitura de Araguaína

A Fundação Evangélica Restaurar afirmou, por meio de nota ao AF Notícias, que respeitou totalmente o rito legal exigido na realização do contrato com a Prefeitura de Araguaína (TO). O contrato milionário é alvo de um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Estadual por suspeitas de irregularidades, entre elas superfaturamento de preço. O MPE também suspeita que a fundação não esteja cumprindo com o objetivo da contratação, que é a realização de projetos nas áreas da educação e assistência social.

Em relação à contratação de pessoal sem vínculo com o município, a nota afirma que a fundação efetua a execução de políticas públicas de forma compartilhada com a prefeitura, e “para tal fim fica impossível que não haja mão de obra envolvida”.

Já em relação ao possível descumprimento da ordem judicial da juíza Milene de Carvalho Henrique, da 2ª Vara da Fazenda de Araguaína, determinando que o município não prosseguisse com a contratação, a Fundação afirmou que “não vem descumprindo nenhuma ordem judicial”. “Uma vez que a decisão foi para que não fossem assinados novos convênios e não rescindido os que já estavam em andamento”, afirma.

A Fundação diz ainda que jamais desrespeitou seus colaboradores .”Muito pelo contrário, foram realizados diversos eventos de capacitação e valorização dos mesmos ao longo da execução dos convênios”, pontua.

“No mais, temos a plena certeza que toda a comunidade atendida pela Fundação Restaurar tem a devida noção da importância de nosso trabalho para o desenvolvimento sócio-educacional de nossas crianças”, finaliza a nota.

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