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Governo prorroga contrato com Unimed para gestão do Plansaúde por tempo indeterminado

Agnaldo Araujo -
Governo prorroga contrato pela 3ª vez. Foto: Governo do Tocantins

Nielcem Fernandes //AF Notícias

Nesta quinta-feira (29), o Governo do Tocantins anunciou que o contrato com a Unimed Centro-Oeste, administradora do Plansaúde, foi prorrogado por tempo indeterminado.

A decisão de prorrogar o contrato foi divulgada pelo governador interino Mauro Carlesse (PHS), após se reunir com o secretariado no Palácio Araguaia.

O secretário da Fazenda, Planejamento e Gestão, argumentou que os servidores não podem ficar sem atendimento durante o processo de licitação para a contratação de uma nova administradora para o plano.

Nós nos reunimos com o superintendente da Unimed e explicamos a situação, que nós precisamos pelo menos renovar por um tempo até que termine essa licitação. Nós não podemos deixar nenhum usuário sem atendimento”, disse.

Ainda de acordo com o secretário, o encerramento do contrato, que já havia sido prorrogado por outras duas vezes, causou preocupação à nova equipe de Governo.

Estávamos muito preocupados porque o contrato com a Unimed Centro-Oeste terminava nesse sábado (30), mas está havendo uma licitação para que o Plansaúde contrate uma nova empresa que faça essa gestão. Mas essa licitação está tramitando e a Unimed iria encerrar. Ou seja, a partir de segunda-feira (2) os usuários estavam com risco de não ter atendimento”, explicou.

O último contrato com a empresa havia sido prorrogado no dia 31 de janeiro deste ano e terminaria agora, no mês de março.

Entenda

A decisão de trocar o administrador do plano de saúde dos servidores públicos estaduais foi anunciada em dezembro do ano passado. Segundo o governo do Estado, foi a própria empresa que manifestou o interesse em não renovar.

O Plansaúde passa por dificuldades há vários anos e o atendimento aos usuários chegou a ser suspenso diversas vezes em 2017. Além disso, os prestadores de serviço cobram uma dívida de cerca de R$ 100 milhões do governo.

Além disso, em dezembro, a operação Marcapasso mostrou um esquema de superfaturamento no setor de cardiologia. Depois disso, o governo suspendeu pagamentos de procedimentos cardiológicos.

Com informações do G1 Tocantins.

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