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Hospitais ameaçam interromper atendimento ao PlanSaúde; dívida ultrapassa R$ 30 milhões

Redação AF - |
Foto: Angélica Mendonça
A paralisação estava prevista para começar na próxima semana

Em busca de um entendimento para evitar a interrupção no atendimento aos usuários do Plano de Assistência a Saúde dos Servidores do Estado (PlanSaúde), o secretário da Administração Geferson Barros recebeu nesta quinta (17), representantes do Sindicato de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Sindessto) que mencionou suspender o atendimento citando a existência de dívida que ultrapassa os R$ 30 milhões.

Diante da situação, o secretário propôs pagamento na próxima semana no valor de R$ 4,5 milhões às unidades hospitalares, além de buscar alternativas para garantir o pagamento de nova parcela ainda em janeiro, diante do compromisso do Sindessto de não prejudicar os usuários do Plano.

Os empresários presentes se mostraram dispostos a aceitar a proposta, sendo que a presidente da entidade, Maria Lúcia Machado de Castro, informou que consultaria os demais sindicalizados ainda nesta quinta.

Os hospitais e estabelecimentos que prestam serviços ao PlanSaúde anunciaram a suspensão dos atendimentos a partir da próxima segunda-feira (21), argumentando que o Executivo não paga as unidades desde agosto deste ano.

Histórico

O Plansaúde foi instituído em dezembro de 2003, na primeira gestão do governador Marcelo Miranda. Vinculado à Secretaria da Administração, recebe suporte operacional da Unimed Centro-Oeste e Tocantins. Não é um Plano de Saúde regido pelas regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar, e sim um Plano Público de Assistência à Saúde disponível a mais de 30 mil servidores públicos e seus dependentes, que somam mais de 88 mil beneficiários.

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