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Hospitais particulares de Araguaína aderem à nova paralisação do atendimento ao Plansaúde

Mara Santos - |
Foto: Divulgação
Sindicato afirma que atendimento ficará suspenso até cumprimento de acordo

Da Redação //AF Notícias

Os usuários do Plansaúde voltaram a ter o atendimento negado nos hospitais conveniados do Estado. A justificativa para a suspensão é que o Estado não teria cumprido, no prazo estipulado, o acordo firmado junto aos prestadores de serviço, no último dia 29 de fevereiro.

No acordo, o pagamento dos 30% referentes a dezembro aos prestadores pessoa jurídica seria efetuado até 4 de março. O prazo se esgotou e o pagamento não teria sido efetuado, razão pela qual o Sindicato de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Tocantins (Sindessto) informou que os atendimentos permanecerão suspensos até a normalização dos pagamentos.

Em Araguaína, os dois principais hospitais aderiram à paralisação – Dom Orione e São Lucas. Em nota, o Hospital e Maternidade Dom Orione informou que o restabelecimento do atendimento será imediato “após o pagamento integral da dívida”. “O atendimento aos usuários do Plansaúde continua suspenso devido à falta de pagamento da referência 11/2015 e parte da 12/2015”, informou.

O acordo prevê ainda que até o próximo dia 20 devem ser pagos os valores referentes a janeiro, sendo o pagamento integral aos prestadores pessoa física e os 70% restantes de dezembro à pessoa jurídica, ficando pendente o mês de novembro.

Em 15 de abril deve ser a vez do pagamento referente a fevereiro à pessoa física e a novembro do ano passado à pessoa jurídica, finalizando os débitos de 2015, dando início às negociações para os pagamentos de janeiro e fevereiro deste ano à pessoa jurídica.

O outro lado

Em nota, a Secretaria da Administração disse que fez o repasse ao Funsaúde de 30% do valor devido da referência 12/2015, conforme acordado em reunião com o Sindessto no dia 29 de fevereiro. “Com o dinheiro já depositado no Funsaúde é que serão feitos os devidos pagamentos”, informou.

Conforme a Secad, “não há justificativa para nova paralisação dos serviços”, pois houve entendimento entre as partes.

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