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Jovem é preso após fazer vestibular de medicina no lugar de outra pessoa

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
O homem receberia R$ 6,5 mil para fazer o vestibular

Tiago de Almeida Cavalcante, de 26 anos de idade, foi preso em flagrante logo após fazer o vestibular de Medicina no lugar de outra pessoa em Gurupi. Ele apresentou documentos falsos. A prisão ocorreu no final da tarde do último domingo (05/06).

De acordo com a Polícia Civil, Tiago teria recebido R$ 6.500,00, para realizar a prova aplicada pelo Centro Universitário UnirG.

Conforme informações do núcleo de identificação de Gurupi, por volta das 11h30min, da manhã de domingo, uma equipe composta por seis papiloscopistas, juntamente com um agente de polícia e um escrivão, prestava serviço de coletas de digitais dos vestibulandos do Curso de Medicina e respectivo confronto com as digitais papilares contidas nos documentos daqueles candidatos que prestariam o vestibular quando detectaram um caso de falsidade documental.

A equipe optou por deixar que o candidato concluísse a prova, sendo que ao sair da universidade, o homem, que se apresentou como sendo Ruan Mathias Sousa Dias foi conduzido, por dois policiais civis, à Central de Flagrantes de Gurupi. No entanto, após a abordagem do suspeito, os policiais realizaram diligências no hotel em que ele encontrava-se hospedado e constaram, que na verdade, Ruan era Tiago de Almeida Cavalcante.

Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Tiago se hospedou, em Gurupi, na companhia de um funcionário de carreira da Universidade Federal do Ceará e que também terá sua conduta investigada, uma vez que o mesmo bancou a viagem de Tiago, pagando as passagens aéreas Fortaleza/Palmas ida e volta, bem como a locação do veículo em Palmas e a hospedagem do hotel em Gurupi.

Após os procedimentos cabíveis, Tiago foi autuado pelos crimes previstos nos Artigos 299 do CPB (falsidade ideológica) e 304 do mesmo Estatuto Penal (uso de documento falso) e foi recolhido à carceragem da Casa de Prisão Provisória de Gurupi, onde permanecerá à disposição do poder judiciário

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