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Líder comunitária Maria Ribeiro disputará 3º mandato na Associação de Moradores do Bairro São João

Redação AF -
Foto: AF Notícias
Líder Comunitária Maria Ribeiro disputará eleição da Associação de Moradores do Bairro São João.

A conhecida líder comunitária Maria Ribeiro disputará a eleição para escolha da nova diretoria da Associação de Moradores do Bairro São João, o mais populoso de Araguaína (TO). O pleito está previsto para o dia 5 de março. O mandato é de quatro anos.

Maria Ribeiro já foi presidente da Associação outras duas vezes, quando foi eleita com uma votação bastante expressiva. Ela afirmou que quer dar continuidade ao trabalho social que vem desenvolvendo no bairro, bem como implantar outros projetos no Centro Comunitário, a exemplo da “Creche Solidária São João”, que atenderá crianças de segunda a sexta, e o projeto “Crianças Conversando com Deus”, aos domingos pela manhã. “A ideia é acolher ainda mais as crianças para que os pais e mães tenham condições de trabalhar”, disse Maria Ribeiro.

O projeto da Creche Solidária tem o apoio do vereador Terciliano Gomes (SD), que deve buscar parcerias com a Prefeitura.

Maria Ribeiro também destacou a importância do Centro Comunitário. Aos sábados, o local é utilizado para realização de eventos como casamentos, festas de aniversários e até velórios. Aos domingos tem o conhecidíssimo forró da terceira idade, que atrai inclusive a juventude. “Queremos ofertar muito mais à comunidade do Bairro São João”, afirmou a líder comunitária.

Polêmica

Enquanto Maria Ribeiro prepara sua chapa para disputar a eleição, a oposição tenta barrar sua candidatura sob a alegação de que ela já foi presidente da Associação por dois mandatos. O Estatuto do CCABA – Conselho Consultivo das Associações de Bairros de Araguaína, só permite uma reeleição.

Contudo, o advogado Arnaldo Filho, consultado pela líder comunitária, afirmou que a previsão do Estatuto do CCABA não se aplica às associações de bairros, uma vez que são entidades independentes, autônomas e possuem estatutos próprios. “Essa proibição só seria aplicada nesse caso se estivesse prevista no estatuto da própria Associação de Moradores do Bairro São João, pois as associações possuem autonomia para redigir o seu estatuto e conduzir o processo eleitoral”, esclareceu.

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