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Lista de Fachin também cita Marcelo, Siqueira, Eduardo, Sandoval, Dimas, Laurez, Irajá Abreu e outros

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Supremo Tribunal Federal.

A temida “Lista de Fachin” inclui também vários nomes do Tocantins, além da senadora Kátia Abreu (PMDB), que teria recebido propina de R$ 500 mil da Odebrecht, via caixa dois, para a campanha eleitoral de 2014.

Na relação de políticos que serão investigados, consta também o nome do governador Marcelo Miranda (PMDB), do ex-governador Sandoval Cardoso (SD), deputado federal Irajá Abreu (filho da senadora), do ex-deputado federal Raimundo Coimbra Júnior, mais conhecido como Júnior Coimbra, do prefeito de Gurupi Laurez Moreira (PSB), prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), do ex-deputado estadual Marcelo Lelis, marido da vice-governadora Cláudia Lelis (PV), do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (PTB) e do seu pai, ex-governador Siqueira Campos.

O pedido de inquérito contra o deputado federal Irajá Abreu (PSD) foi remetido de volta à Procuradoria-Geral da República (PGR) para nova análise. Posteriormente será encaminhado ao ministro Edson Fachin, que decidirá sobre a abertura da investigação.

Já quanto ao nome do governador Marcelo Miranda (PMDB), o ministro determinou que os autos sejam encaminhados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunal responsável por investigar governadores. Outros 11 governadores também foram citados.

Já os pedidos de investigação contra os prefeitos Laurez Moreira (PSB) e Ronaldo Dimas (PR), além do ex-deputado Marcelo Lélis, foram encaminhados ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

O caso de Sandoval será remetido à Justiça Federal do Tocantins. Os pedidos contra Eduardo Siqueira e seu pai Siqueira Campos vão para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Ainda não foi divulgado o teor das petições – portanto, não se sabe quais indícios foram mencionados contra os políticos tocantinenses.

Marcelo Miranda

A Secretaria de Estado da Comunicação Social esclareceu que o governador Marcelo Miranda foi somente citado e não houve indiciamento. A Secom ainda ressaltou “que todas as doações de campanha do governador foram feitas de forma legal, devidamente declaradas e as contas aprovadas”.

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