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Mãe grava vídeo abusando sexualmente de seu próprio filho de apenas três meses

Agnaldo Araujo -
Foto: Reprodução
A mãe da criança pode pegar prisão pérpetua

Uma mãe gravou um vídeo abusando sexualmente do seu próprio filho, de apenas três meses de idade, para vender a pedófilos nos Estados Unidos. A americana agressora foi identificada como Jazmine Nichole Pacyga, de 19 anos de idade. Ela acabou sendo presa no estado de Michigan.

A mulher é acusada de abusar do filho bebê usando a própria boca, através do sexo oral. Além das atividades sexuais ilegais, ela também é acusada de bater na criança. A criminosa, para responder as acusações em liberdade, necessita pagar uma fiança de duzentos mil dólares, algo superior a seiscentos mil reais. Por não ter a quantia, ela continua na cadeia de sua cidade e deve ir a uma audiência no dia 23 de fevereiro.

A Justiça alega que o bebê não pode voltar para a casa, pois o lar não seria adequado para ele. A mulher seria alcoólatra e, ao exagerar na bebida, violentaria o filho. No dia 05 de fevereiro, ela chegou a gravar um vídeo em que coloca a boca no pênis da criança. O vídeo acabou sendo divulgado nas redes sociais e deu o que falar. Muita gente ficou revoltada com a publicação e a mãe, é claro, acabou sendo presa por conta das imagens. A violência em si pode fazer a mulher pegar prisão perpétua. As leis americanas são bastante rígidas nesse tipo de assunto. Apenas a gravação do abuso tem pena que chega a vinte anos. No entanto, como ela também realizou o estupro, esse foi contra seu filho e uma pessoa indefesa, a pena é bem maior, sendo suficiente para a mulher, caso condenada, nunca mais sair da cadeia.

Por conta dos abusos, a criança não mora mais com a família. A mulher também não está podendo mais ter contato com seu filho, que está sendo observado pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos de Michigan. Os investigadores fazem uma apuração para tentar descobrir quem é o pai da criança ou um parente próximo, a fim de evitar que ela seja levada para a adoção. (Fonte: Blastingnews)

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