Mais um PM é preso acusado de participar da morte do advogado Danillo Sandes

Agnaldo Araujo - |
Foto: Tathiane Stochero/G1
Novo PM preso

Um quarto policial militar suspeito de envolvimento na morte do advogado de Araguaína Danillo Sandes Pereira, de 30 anos, foi preso no Estado do Pará. Os outros três estão detido em Palmas desde setembro desse ano.  

O sargento Jeosafá Pinheiro é apontado pela Polícia Civil do Tocantins como o autor dos disparos que matou o advogado em julho de 2017. Entretanto, a prisão do militar foi por suspeita de participação na morte de um conselheiro tutelar no Pará. A investigação segue comandada pelo Ministério Público do Pará e pela Corregedoria da Polícia Militar.

Além de Jeosafá, outros dois PMs do Pará, Rony Marcelo Alves Paiva e João Oliveira, são apontados como responsáveis pela morte do conselheiro no Pará. Eles dois e o ex-policial Wanderson Silva de Sousa também estão presos por suspeitas de participar da morte do advogado Danillo Sandes.

Para o delegado Rérisson Macedo, responsável pela investigação do caso Danillo, o sargento preso no Pará seria o autor dos disparos. “Ele foi a pessoa que cumprimentou o Dr. Danilo quando no ingresso dele naquele veículo. Ele se posicionou bem atrás do banco do Danilo e ele teria sim, para nós, efetuado o disparo”, disse em entrevista à TV Anhanguera.

O acusado de encomendar a morte do advogado Danillo Sandes é o farmacêutico Robson Batista, de 32 anos. Ele já foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE). O motivo seria o desentendimento por causa de uma herança de R$ 7 milhões. Segundo o MPE, Robson pagou R$ 40 mil, em duas parcelas, ao grupo de extermínio formado por militares para planejar e executar o crime.

Robson Batista foi preso no dia 28 de setembro, em Marabá (PA) e se encontra recolhido na Casa de Prisão Provisória de Araguaína. Os três militares foram presos no dia 21 de setembro, também em Marabá.

Fernando Almeida //Araguaína Notícias

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