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Marcelo Miranda é o 3º pior governador do Brasil, aponta Ibope em pesquisa nas capitais

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Governador do Tocantins Marcelo Miranda

Marcelo Miranda é o terceiro governador mais mal-avaliado em suas capitais em todo o Brasil. Com 46 pontos negativos em Palmas, Miranda só perde para Waldez Góes, (PDT-Amapá), com 57 pontos negativos em Macapá, e para Suely Campos (PP-Roraima), com 62 negativos em Boa Vista. Veja o gráfico interativo aqui.

Conforme a pesquisa, 56% da população de Palmas avalia a gestão do governador do Tocantins como “ruim ou péssimo”. Por outro lado, apenas 10% respondeu “ótimo ou bom”.

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Dos 26 governadores no País, nada menos do que 16 têm avaliação negativa nas principais cidades dos Estados que governam, segundo as mais recentes pesquisas do Ibope. Na média, os governadores têm 34% de ruim/péssimo, contra apenas 24% de ótimo/bom. Ou seja, saldo negativo de 10 pontos.

Essa é uma situação oposta à de 2012. Por essa mesma época da campanha na eleição municipal passada, o saldo médio de popularidade dos governadores nas capitais era 20 pontos positivo: 41% de ótimo/bom versus 21% de ruim/péssimo. A variação foi de 30 pontos em quatro anos, e no sentido errado.

Em 2012, só seis governadores eram impopulares nas capitais, enquanto 18 tinham saldo positivo em 10 pontos ou mais. Eram queridos o bastante para subir em palanques, aparecer na propaganda eleitoral, fazer carreatas. Desta vez, a maioria deve se concentrar no apoio político e financeiro aos apadrinhados.

Motivos

Acredita-se que essa perda de prestígio popular dos governadores ocorre devido às crises política e econômica. Outra hipótese é que como há mais governadores em segundo mandato do que prefeitos de capitais que não podem concorrer à reeleição, o desgaste de estar há muito tempo no poder poderia ser a causa do maior desprestígio do poder estadual entre os eleitores.

Tocantins

O Estado do Tocantins passa por uma grave crise na saúde e segurança. Vários setores já deflagraram greve e outros ainda podem aderir ao movimento. (Com informações do Blog de José Roberto de Toledo – Estadão)

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