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Márlon Reis diz que jamais coligaria com Marcelo, Kátia e Siqueira na disputa ao Governo

Redação AF - |
Foto: AF Notícias
Márlon Reis conversou com lideranças políticas em Araguaína.

O autor da Lei da Ficha Limpa, o ex-juiz Márlon Reis visitou Araguaína neste fim de semana onde se encontrou com lideranças da Rede Sustentabilidade, advogados e admiradores do seu trabalho. O pré-candidato a governador do Tocantins ainda conversou com Dona Ely do Pró-Vida, que foi candidata à prefeitura na última eleição.

Uma semana após transferir o domicílio eleitoral para Palmas, e ser sondado como pré-candidato ao Governo, Márlon Reis já recebeu apoio do PRTB. Seu partido prepara visitas às principais cidades do Estado, de forma gradativa até chegar a todos os municípios do Tocantins.

O ex-juiz já adiantou que não fará alianças com políticos barrados pela Lei da Ficha Limpa e envolvidos nos escândalos das operações Lava Jato, Reis do Gado, Ápia, entre outras.

Em Araguaína, Márlon reiterou que jamais coligaria com as principais forças políticas do Estado. Neste sentido, descartou quaisquer alianças com o grupo do governador Marcelo Miranda (PMDB), do ex-governador Siqueira Campos (sem partido) e da senadora Kátia Abreu (PMDB), o que chamou de ‘velha política’. Porém, ressaltou que está aberto para dialogar com todas as demais lideranças.

Nascido em Pedro Afonso, ainda no antigo e esquecido norte de Goiás, onde sua família reside até hoje, Márlon disse que deixou o Tocantins em busca de oportunidades de estudo e, posteriormente, mudou-se para o Maranhão, onde foi juiz por 19 anos. No ano passado pediu exoneração do cargo.

Reis afirma que a política jamais poderá ser confundida com atos de clientelismo, barganha, favores pessoais e corrupção. “Precisamos instituir novos modelos de gestão realmente baseados em interesses coletivos”, disse.

Segundo ele, o atual modelo político do Tocantins está falido e criticou o “revezamento no poder” entre integrantes do mesmo grupo político, citando que o Tocantins teve apenas três governadores eleitos democraticamente (Moisés Avelino, Siqueira e Marcelo Miranda). “A velha política se esgotou. Precisamos fazer um recomeço”, afirmou.

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