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MPE adquire equipamento de inteligência que acessa dados apagados em eletrônicos

Redação AF -
Foto: Ronaldo Mitt
MPE adquire equipamento israelense de inteligência que facilitará investigações de crimes

Investigações e elucidações de crimes envolvendo organizações criminosas empreendidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Tocantins ganharão reforço graças à aquisição do dispositivo Ufed Touch 2 Cellebrite. O equipamento israelense é o que há de mais moderno na extração física de sistemas de arquivos lógicos e extração de senhas de todos os dados de celulares (inclusive os apagados), smartphones, dispositivos portáveis de GPS e tablets.

Ao custo de aproximadamente R$ 94 mil, o dispositivo foi adquirido com recursos provenientes da arrecadação de valores com penas de prestações pecuniárias pela Central de Execuções de Penas e Medidas Alternativas (CEPEMA), repassadas ao Gaeco por meio de convênio. A aquisição contou com o empenho dos Promotores de Justiça integrantes do Gaeco, Marcelo Sampaio, Rodrigo Barcelos e Alzemiro Freitas.

O coordenador do Gaeco, Promotor de Justiça Marcelo Ulisses Sampaio, justifica que os trabalhos de inteligência e contrainteligência desempenhados pelo órgão auxiliar serão otimizados, principalmente as investigações relacionadas ao tráfico de drogas, armas e explosões de caixas eletrônicos.

Segundo ele, a estruturação do Gaeco por meio da aquisição de equipamentos tecnológicos eficientes tem sido uma das prioridades do MPE, mas diante da crise financeira, parcerias entre as instituições se fazem necessárias e benéficas à sociedade. “Apesar dos esforços despendidos pelos órgãos estatais responsáveis pela segurança pública e repressão à criminalidade, a ocorrência de atividades ilícitas, sempre nocivas à sociedade, tem aumentado sobremaneira, situação que requer um aperfeiçoamento do sistema de Justiça”, declarou Marcelo Sampaio.

Gaeco

O Gaeco atua em todo o território tocantinense e trabalha de forma integrada com Promotores de Justiça do Tocantins e de outros estados da Federação e, ainda, com organismos policiais do Estado em investigações, serviços de inteligência ou qualquer outro procedimento destinado a reprimir a ação de organizações criminosas. (Ascom MPE)

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