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MPE denuncia 18 pessoas por tráfico de drogas no Tocantins; substância era mantida enterrada

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
MPE denunciou criminalmente 18 pessoas por tráfico de drogas e associação para o tráfico em Colmeia e região

O Ministério Público Estadual (MPE) ofereceu, neste mês de abril, seis denúncias contra 18 pessoas, entre elas seis mulheres, acusadas da prática de tráfico de drogas no município de Colmeia (TO), com distribuição nas cidades de Pequizeiro, Goianorte e Itaporã do Tocantins. As drogas em sua maioria eram adquiridas na cidade de Guaraí.

As denúncias são resultado de sete inquéritos policiais instaurados por ocasião da Operação Canil que teve início em novembro de 2015, desenvolvida pela Polícia Civil, que trabalhou em conjunto com a Promotoria de Justiça de Colmeia.

Nos vários inquéritos instaurados, foi revelado o uso de métodos semelhantes, ou seja, para não serem flagrados com quantidades significativas de drogas, os denunciados mantinham as drogas enterradas e iam abastecendo pouco a pouco, conforme a demanda. Caso fossem surpreendidos pela polícia, tornaria mais fácil a desclassificação de crime de tráfico e classificação da condição de usuário. Por usar cães farejadores na buscas dos entorpecentes (crack e maconha), os trabalhos foram denominados de “Operação Canil”.

De acordo com o Promotor de Justiça Guilherme Cintra Deleuse, o objetivo da Operação Canil foi desarticular o comércio de drogas naquela região e teve como condutor das investigações o delegado de polícia Hélio Domingos de Assis Alves. “Além da apreensão de drogas e de relatos de usuários que citaram os fornecedores, a Polícia Civil também obteve provas materiais com base em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça”, explicou o Promotor.

Pela reiteração do crime, o Ministério Público requer que os denunciados sejam condenados pelos crimes de prática de comércio de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35, ambos da Lei 11.343/2006 (lei de drogas), bem como pelos crimes de posse de arma de fogo e receptação. Os denunciados podem ser condenados a penas que chegam a 15 anos de prisão.

Denunciados:

Adriano Mendes Batista, vulgo Canguru

Carline da Cruz Abreu

Laudivan dos Reis Araújo, vulgo Pintinho

Claudeon Ribeiro da Silva, vulgo Deon

Edivaldo de Souza, vulgo Didi

Eva Costa Melo, vulgo Poliana

Liliane França da Silva

Paulo Sérgio de Jesus, vulgo Paulinho

Lucicléa Abreu Gomes

Alécio Medeiros de Araújo, vulgo Alex Cabeludo

Ronis Martins Bizarria

Aroldo da Costa Faria

Dinamar Nunes de Souza, vulgo Edna

Marcelo Coelho Meneses

Robson Lira Borges, vulgo Peba ou Pebinha

Weldes Costa de Sousa, vulgo Pitbull

Iêda Viana da Silva, vulgo Paloma

Kleylton Costa de Sousa, vulgo D

Fim da conversa no bate-papo

 

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