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Mulher tem casa furtada duas vezes em dois dias e desabafa: “estamos à mercê de bandidinhos”

Agnaldo Araujo -
Foto: AF Notícias
A mulher teve a casa furtada duas vezes em dois dias

Uma moradora da Rua Raimundo Dias Carneiro, no Residencial Camargo, em Araguaína (TO), teve a casa furtada duas vezes em apenas dois dias e fez um desabafo após entrar em contato com a Polícia Militar e receber a resposta de que a ocorrência não seria atendida por falta de efetivo suficiente.

Foto: AF Notícias
Objetos revirados pelo criminoso na cama da mulher

O primeiro furto ocorreu ainda na noite da quinta-feira (11/08). A moradora conta que passou por uma cirurgia e está ficando na casa de sua mãe. Seu marido trabalha no período noturno. “Acho que a pessoa fica vigiando, e entra na casa, na maior folga. Abre a geladeira, come o que tem dentro, bebe…”, diz revoltada.

O criminoso furtou as compras de supermercado e joias. “Carregou minhas compras, o que tinha. Teve tempo de escolher, bagunçou meu guarda-roupas, bagunçou tudo. Escolheu as joias que ele queria para levar”, relata.

E no dia seguinte, na sexta-feira (12/08), a moradora teve sua casa furtada novamente. “E quando foi hoje [sexta], ele retornou para buscar o que ele não tinha levado ontem [quinta]”, afirmou. Segundo ela, os ladrões entram na “maior calma”. “Sabe que não tem ninguém em casa. Sabe que não tem polícia. Limpa a casa da gente dessa forma”, desabafa.

Foto: AF Notícias
Calçado deixado pelo criminoso após furtar a residência

A moradora entrou em contato com a PM, mas foi informada que não poderia mandar uma viatura. “Eu liguei lá e eles  falaram que não têm como porque estão com pouco efetivo. Mandaram procurar a Polícia Civil”, disse.

Reforço policial em Araguaína

A moradora questionou onde está o reforço policial enviado pelo governador do Estado para Araguaína. “A gente quer saber cadê o policiamento que o Governador mandou para cá? Estamos à mercê dos ‘bandidinhos’, que roubam para usar drogas?”, questiona.

A mulher afirmou ainda que se sente ‘desassistida’ e de ‘mão atadas’. “O que a gente faz? Para quem recorrer? Para quem pedir socorro, se a policia não pode atender a gente?”, finalizou.

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