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Padrasto é preso acusado de abusar sexualmente da enteada de 5 anos de idade

Agnaldo Araujo -
Foto: Divulgação
O abuso ocorria há cerca de seis meses

Nilson Neres de Sousa, 38 anos de idade, foi preso acusado de abusar sexualmente de sua enteada, uma menina de apenas 5 anos de idade. Ele foi detido por volta da 15 horas da última segunda-feira (02/05) em Dianópolis (TO), mediante o cumprimento de mandado de prisão preventiva.

Conforme o delegado Afonso Azevedo de Lyra Filho, a ação que resultou na prisão de Nilson foi iniciada há aproximadamente uma semana, quando o delegado recebeu denúncia do Conselho Tutelar da cidade, relatando que uma criança estaria sendo vítima de abuso sexual por parte de seu padrasto. De imediato, as investigações foram iniciadas e apontaram fortes indícios de que o crime estava mesmo sendo praticado.

Com base nas investigações que apontaram Nilson como sendo o autor do crime, o delegado Afonso representou, junto ao Poder Judiciário, pelo mandado de prisão preventiva do padrasto, sendo imediatamente concedido pelo juízo da Comarca de Dianópolis. De posse da ordem judicial, o delegado e sua equipe foram até a residência do suspeito, localizada no Setor Nova Cidade e efetuaram a prisão.

Ainda conforme apontaram as investigações da Polícia Civil, os vizinhos do suspeito passaram a desconfiar do comportamento do homem, uma vez que ele levava a criança para uma rede em frente à residência onde residia com a vítima e a mãe da menina e passava a se comportar de forma diferente, acariciando e passando as mãos no corpo da vítima.

Diante desse comportamento do suspeito, os vizinhos acionaram o Conselho Tutelar, que por sua vez avisou a Polícia Civil e, após levantamentos e apurações, conseguiram efetuar a prisão de Nilson Neres. Ainda segundo o delegado, os exames periciais realizados na criança confirmaram os abusos e indícios de que os mesmos já vinham ocorrendo há aproximadamente seis meses.

Após os procedimentos cabíveis, Nilson Neres foi encaminhado à delegacia, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão preventiva e, em seguida, recolhido na Casa de Prisão (CPP) da cidade, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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