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Polícia Científica não confirma se restos mortais encontrados dentro de jacaré são de humanos

Agnaldo Araujo - |
A Polícia Científica não confirmou se os restos são de humanos
A Polícia Científica não confirmou se os restos são de humanos

A superintendência de Polícia Científica disse que o exame antropológico macroscópico realizado pelo Instituto de Medicina Legal (IML), no material colhido em estômago de um jacaré-açu encontrado morto em Araguacema (TO), na última sexta-feira (22/04), não permitiu identificar, com absoluta certeza se são restos humanos.

De acordo com o médico legista que realizou a análise, o avançado estado de decomposição, causado pela digestão do animal, dificultou maior precisão no resultado do exame.

Dessa forma, amostras do material foram encaminhadas para exame anatomopatológico (microscópico) e, se positivo para espécie humana, serão realizados exames de DNA para comparação com amostras de parentes próximos da suposta vítima.

O exame antropológico macroscópico foi realizado na tarde da última segunda-feira (24), nas dependências do Instituto de Medicina Legal (IML), em Palmas.

Entenda

O jacaré foi encontrado por moradores com marcas de tiro na cabeça e com a boca amarrada numa região próximo ao córrego Ponte Grossa, afluente do Rio Araguaia em Araguacema, na última sexta-feira (22/04).

Próximo ao local, Rogério Marques de Oliveira, 41 anos de idade, desapareceu por um suposto ataque de jacaré ainda no dia 17 de abril. Após encontrado o réptil, um médico esteve no local e disse que os restos na barriga do jacaré correspondem a tecidos de órgãos humanos, mas que só a perícia iria identificar que partes são e a quem pertencem de fato.

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