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Policiais Civis vão fazer nova paralisação para pressionar governo a cumprir acordos com categoria

Redação AF -
Foto: Divulgação
A paralisação vai ocorrer no próximo dia 16 de fevereiro

Os Policias Civis do Tocantins vão fazer uma nova paralisação no próximo dia 16 de fevereiro, às 08 horas para pressionar o Governo do Estado a cumprir os acordos firmados com a categoria.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (Sinpol-TO), Moisemar Marinho, convocou a todos os policiais civis sindicalizados para a concentração da paralisação na sede do sindicato, em Palmas.

Conforme informado, as paralisações da categoria foram definidas durante Assembleia, em janeiro, a serem realizadas uma vez por mês como forma de manifesto pela falta de cumprimento dos acordos firmados por parte do Estado com o Sinpol-TO.

Na paralisação, a assessoria jurídica do Sindicato apresentará um parecer sobre o ajuizamento da ação no Supremo Tribunal Federal em que questiona o decreto do governador Marcelo Miranda que suspendeu os efeitos financeiros da lei que concede a paridade salarial entre os cargos de nível superior na polícia civil.

Foi decidido que o Sinpol-TO irá postular junto ao Governo do Estado a continuidade dos dois concursos públicos que estão paralisados – Polícia Civil e Defesa Social, com a realização dos cursos de formação.

Entenda

Em fevereiro de 2015, a Polícia Civil deflagrou uma greve que durou 41 dias em todo o Estado. A categoria cobrava do governo o realinhamento salarial que teria sido concedido ainda em 2007. A medida foi regulamentada em abril de 2014, através da Lei 2.851 e cancelada no dia 11 de fevereiro de 2015 através de decretos do governador Marcelo Miranda. Em todo o Tocantins, cerca de 1,6 mil policiais cruzaram os braços.

Durante a paralisação, as revistas e visitas nas unidades prisionais foram interrompidas. Para protestar, os presos queimaram colchões e começaram princípios de rebelião em cadeias de vários municípios do estado. Para restabelecer a ordem, a justiça autorizou a entrada da Polícia Militar nos presídios.

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