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Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação defende radicalização contra inércia do governo de Marcelo Miranda

Agnaldo Araujo -
Foto: Divulgação
É preciso tomar uma posição de radicalização contra a inércia deste Governo, diz presidente do Sintet

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet-TO), José Roque Santiago, solicitou junto ao Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Tocantins (MUSME-TO) que as entidades integrantes do movimento se reúnam nesta terça-feira (04/10) para avaliar a situação da greve no Estado.

A solicitação ainda tem como objetivo avaliar as negociações da data-base com o governo para tomar um encaminhamento. “É preciso tomar uma posição de radicalização contra a inércia deste Governo, não estamos em zona de conforto e precisamos de uma resposta para as categorias”, disse José Roque.

A reunião deve ser organizada para esta terça-feira, ainda sem horário estabelecido. O Sintet deve anunciar, ainda na terça, os encaminhamentos pós-reunião.

Contraproposta

O MUSME protocolou, no dia 27 de setembro, uma contraproposta para o pagamento da data-base ao governo, mas até o momento não obteve nenhuma resposta.

A nova proposta formulada com base nas sugestões dos servidores foi a seguinte: 1) implementar 50% do índice da data-base 2016, na folha de pagamento de outubro de 2016; 2) implementar os outros 50% do índice da data-base 2016, na folha de pagamento de janeiro de 2017; 3) pagar os retroativos da data-base 2015, no exercício de 2017, iniciando na folha de janeiro; 4) pagar os retroativos da data-base 2016, no exercício de 2017, iniciando na folha de janeiro.

Além disso, os sindicatos também pediram a implantação da jornada de 06 horas diárias em todos os setores da Administração Pública.

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