Preso acusado de manusear explosivos da quadrilha que detonou banco de Filadélfia

Agnaldo Araujo - | - 961 views
Foto: Divulgação
O suspeito foi preso no Pará

Márcia Costa//AF Notícias 

Ronan Veras dos Santos foi preso na cidade de Redenção (PA), nesta quinta-feira (21), acusado de participar de uma organização criminosa especializada na prática de roubos a bancos nos Estados do Pará, Tocantins e Maranhão. A prisão ocorreu durante continuação da operação ‘Plunder’.

As investigações da Polícia Civil apontaram que Ronan era o explosivista, ou seja, tinha o papel de manusear os explosivos utilizados durante os roubos. O grupo criminoso que Ronan pertence é suspeito de praticar o roubo à agência do Banco do Brasil na cidade de Filadélfia (TO), no dia 29 de outubro.

A polícia informou que o líder da organização foi identificado como Caio Menezes, preso também no Estado do Pará. “O grupo também era integrado por João Pereira de Oliveira, morto recentemente num presídio do Pará, e Reginaldo Sousa dos Santos, vulgo “Macacão”, o qual morreu em confronto com a Polícia Civil, no dia 08 de novembro em cumprimento de diligências em uma de suas chácaras na zona rural de Wanderlândia”, disse a polícia.

Já foram cumpridos 5 mandados de prisão durante a operação, sendo dois no Pará e três em Araguaína, onde foram presos sete suspeitos. Parte do grupo estava reunida numa residência no Setor São Miguel.

Os suspeitos de participar da quadrilha que estão presos são: Israel Teixeira de Jesus, Luciano Francisco Veras da Silva, Kleison Reis Chagas, João Bosco Sousa Oliveira, Caio Menezes Silva, Mayk Douglas Marcel da Silva, Kayo Lucas de Araújo, Douglas Dias Araújo e Ronan Veras dos Santos.

Após a realização dos procedimentos necessários, Ronan Veras foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Araguaína, onde ficará recolhido à disposição da justiça. Os outros presos que integram a quadrilha também estão na CPPA.

A prisão de Ronan foi realizada por intermédio da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic-Norte), com apoio do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote) e da Polícia Civil do Pará.

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