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Preso mais um suspeito da morte de bacharel em Direito araguainense; prisão aconteceu no Maranhão

Mara Santos - |
Foto: PM-MA/Divulgação
Lucas da Silva Lima foi localizado depois de um denúncia anônima
Lima já tinha antecedentes por roubo em Araguaína

Mais um suspeito da morte do bacharel em direito Antônio Leite Feitosa, conhecido como Daniel, de 44 anos, ocorrida na madrugada do último dia 06, em Araguaína, foi preso em Tuntum, no Maranhão. A prisão de Lucas da Silva Lima, 20 anos, aconteceu na última quinta-feira (31/03), depois de uma denúncia anônima feita à Polícia Militar (PM) do Maranhão.

O delegado da Polícia Civil (PC) maranhense Leonardo Mendonça entrou em contato com a PC araguainense, que confirmou a existência de um mandado de prisão em aberto  em desfavor do suspeito. Diante da confirmação, o mandado foi cumprido e o suspeito se encontra encarcerado na Cadeia Pública daquele município aguardando o procedimento de recambiamento.

Entenda o caso

Foto: Divulgação
Antônio Leite Feitosa foi vítima de latrocínio após ser rendido por criminosos.

Antônio Leite Feitosa, conhecido como Daniel, foi vítima de latrocínio, após ser abordado por um bando armado, formado por dois homens e uma mulher, quando saía de um bar no Jardim Paulista.

Ele estaria acompanhado de um amigo e ambos foram levados, sob a mira dos assaltantes, ao Residencial Camargo, onde houve luta corporal e o amigo dele conseguiu fugir. Feitosa não teve a mesma sorte e acabou sendo executado com três tiros, sendo dois à queima-roupa na cabeça.

A caminhonete dele, uma Chevrolet S10, foi encontrada abandonada no Setor Itaipu, com marcas de sangue e indícios de luta corporal.

Um dos suspeitos do crime, Wallas David Alves de Brito, 22 anos, foi preso na última terça-feira (29/03), em Xinguara (PA), onde é suspeito da autoria de vários roubos, tendo sido reconhecido por pelo menos seis vítimas de assalto.

A delegada responsável pelas investigações da morte de Feitosa, Simone Melo, informou que a princípio Brito deve permanecer preso em Xinguara, onde é acusado de diversos crimes, mas posteriormente deve ser recambiado para Araguaína. Ainda de acordo com a delegada, ele teria confessado informalmente ao delegado da cidade paraense seu envolvimento na morte de Feitosa.

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