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Sargento da PM é suspeito de causar acidente que provocou morte da estudante Lorena

Agnaldo Araujo - |
Foto: Facebook
Jovem Lorena Araújo morreu neste domingo (29) no Hospital Regional de Araguaína.

Márcia Costa//AF Notícias

A Polícia Civil está investigando o acidente de trânsito que provocou a morte da estudante universitária Lorena Lima Araújo, de 25 anos. Ela estava internada no Hospital Regional de Araguaína desde o dia 25 de dezembro, mas faleceu no último domingo (29) após sofrer uma parada cardíaca na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Lorena foi atropelada na noite de natal quando seguia de motocicleta pela Rua Águas Claras, uma via preferencial, no setor Noroeste. Já o condutor do veículo fugiu sem prestar socorro.

A delegada que investiga o caso, Antônia Ferreira dos Santos, confirmou que um policial militar é o principal suspeito de ter provocado o acidente, mas não informou o nome.

A delegada disse que o militar se apresentou espontaneamente na Delegacia de Plantão cinco dias após o acidente. Em depoimento, ele contou que se envolveu em um acidente de trânsito e informou o local, mas não soube informar o nome da vítima. Diante das características e cruzamento de dados, a delegada chegou à conclusão de que tratava-se do atropelamento da estudante Lorena.

Foto: Divulgação
Moto de Lorena no dia do acidente.

Segundo a Polícia Civil, o caso estava sendo apurado inicialmente como lesão corporal de natureza grave, mas diante da morte da jovem, o suspeito poderá responder por homicídio culposo de trânsito.

A delegada ressaltou que aguarda o resultado da perícia realizada no local do acidente e o laudo necroscópico. Ainda não há data para conclusão do inquérito.

Entenda o caso

Lorena passou mais de um mês internada na UTI do Hospital Regional de Araguaína, lutando pela vida.

No dia do acidente, a jovem saiu de uma missa para buscar um remédio na casa de sua tia, mas foi brutalmente atropelada quando seguia pela via preferencial.

O motorista não teria respeitado a sinalização e ainda fugiu do local sem prestar socorro.

Lorena teve várias fraturas no ombro, costela, bacia, fêmur e ainda ficou com um coágulo no cérebro. Sua luta terminou após sofrer uma parada cardíaca.

Esse é o segundo caso de atropelamento envolvendo policiais militares.

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