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Servidores do Procon de Araguaína denunciam ameaças de corte de ponto

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Servidores denunciam supostas ameaças para retornar ao trabalho.

Servidores do Procon de Araguaína denunciaram, na manhã desta quarta-feira (16), supostas ameaças de corte de ponto por parte da gerente do órgão com o objetivo de fazê-los retornar ao trabalho. Os servidores integram o quadro geral do Estado, que está em greve há mais de 90 dias.

Logo após ter conhecimento das supostas ameaças, o diretor do Sindicato dos Servidores Públicos (Sisepe), Ronaldo Sérgio, acompanhado do líder sindical Osamar Fernandes, visitou o órgão para obter mais informações e adotar as medidas cabíveis. Segundo ele, a gerente do Procon informou que a ordem para o corte de ponto partiu de Palmas.

Foto: Divulgação
Diretor Sindical do Sisepe, Ronaldo Sérgio

Contudo, Ronaldo Sérgio afirmou que os servidores não podem sofrer esse tipo de retaliação, uma vez que a greve é legal e há uma decisão judicial proibindo o desconto no salário. O diretor assegurou que, caso haja o corte de ponto, o Sisepe tomará todas as providências para que os responsáveis sejam penalizados, tendo em vista que eles estarão descumprido uma determinação judicial que garante a legalidade do movimento. “Nosso papel é o de defender os servidores e isso nós iremos fazer sempre. É inaceitável que ainda haja esse tipo de conduta por parte do Governo”, pontuou.

O diretor afirmou também que o Sindicato não aceitará nenhum tipo de perseguição ou retaliação contra os servidores. “Nós estaremos aqui para apurar todas as denúncias e buscaremos de todas as formas garantir a defesa dos servidores”, assegurou.

Retorno ao trabalho

Após assembleia na sede do Sisepe em Araguaína, nesta quarta-feira (16/11), os servidores públicos do quadro geral decidiram retornar ao trabalho na próxima segunda-feira (21/11). A greve já dura mais de 90 dias.

Assim como o sindicato dos profissionais da enfermagem, o Sisepe também não aceitou a proposta apresentada pelo Governo de pagamento da data-base. “Inclusive entramos com uma ação judicial contra o Governo para que ele  pague a data-base integral”, finalizou Ronaldo Sérgio.

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