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Servidores e alunos temem eutanásia e fazem ato em defesa de gatos na UFT de Araguaína

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Eles questionam qual será o destino desses gatos que serão recolhidos da UFT

Agnaldo Araujo // AF Notícias

Professores, acadêmicos, técnicos e funcionários terceirizados da Universidade Federal do Tocantins campus de Araguaína realizaram um ato para proteger cerca de oito gatos que vivem pelos corredores da instituição, na tarde da última quarta-feira (11/05).

Segundo servidores, esses gatos são abandonados na UFT por pessoas que moram nas proximidades e que não querem mais cuidar dos animais. “Esses gatos abandonados há muito tempo são cuidados por pessoas da comunidade acadêmica que tentam  mantê-los alimentados e saudáveis”, afirmaram em um documento.

Conforme informações, esses animais seriam recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonozes de Araguaína. A alegação é de que eles defecam nas cadeiras, urinam pelos corredores e ainda bebem no mesmo bebedouro que os acadêmicos. Uma servidora também alegou estar com uma micose no pé devido a presença desses gatos.

Os professores temem que sejam recolhidos pelo CCZ e não havendo outro procedimento ocorra a eutanásia. Alguns docentes querem a castração e em seguida que sejam colocados para adoção. “Pedimos, desesperadamente, auxílio da comunidade acadêmica no acolhimento desses animais, ou na prolongação do prazo para o recolhimento dos mesmos para que eles tenham uma chance de encontrar lares amorosos”, afirmaram.

Atualmente cerca de oitos gatos vivem nas dependências da UFT de Araguaína, sendo que alguns foram abandonados e outros nasceram dentro da instituição. “Essa presença de animais acontece há anos e nunca foi tomada qualquer atitude pela parte da administração e direção do Campus”, enfatizaram.

No documento apresentado em defesa dos animais é citado também duas Leis, uma que define maus-tratos contra animais e a outra sobre crimes ambientais. São elas: Lei n° 24.645, de 10 de julho de 1934, e a Lei Federal n° 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

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