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Tocantins tem 11 instituições de ensino superior entre as piores do Brasil; Unitins lidera ranking negativo

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Universidade Estadual do Tocantins

Da Redação //AF Notícias

Na mais recente avaliação do Ministério da Educação (MEC) em 2.042 instituições de ensino superior no Brasil, 324 foram consideradas insatisfatórias. Grande parte são faculdades, um total de 319.

Para ser “reprovada”, uma instituição precisa ficar abaixo da faixa 3 do Índice Geral de Cursos (IGC) que vai de 1 a 5 e é o indicador oficial de qualidade do ensino superior no país.

Notas 1 e 2 são classificadas como insuficientes e o mau desempenho acarreta em punições por parte do MEC. Uma das medidas possíveis, por exemplo, é a proibição de novos vestibulares até que a instituições aponte soluções para melhora do desempenho. Neste último ciclo de avaliação, 24 instituições tiveram a nota máxima de 5.

Tocantins

No Tocantins, 11 instituições de ensino superior tiveram um péssimo desempenho. Todas tiraram nota 2 na avaliação. No Brasil, apenas 27 instituições tiveram notas máximas, porém nenhuma do Tocantins esteve entre as que mais pontuaram.

A Universidade do Tocantins (Unitins) lidera o ranking de piores universidades do país com sete cursos avaliados, sendo a única pública do Brasil. Outras dez instituições do Estado também aparecem entre as piores, são elas:

-Centro Universitário Unirg;

-Faculdade Integrada de Ensino Superior de Colinas;

-Faculdade do Bico do Papagaio;

– Faculdade São Marcos;

– Faculdades de Ciências Jurídicas de Paraíso do Tocantins;

-Faculdade de Educação Ciências e Letras de Paraíso;

-Faculdade Presidente Antônio Carlos (ITPAC);

-Faculdade de Guaraí;

-Faculdade Serra do Carmo;

-Faculdade Integrada de Araguatins.

Índice Geral de Cursos

Calculado anualmente, IGC é feito com base na média ponderada dos Conceitos Preliminares de Curso (que levam em conta o rendimento dos alunos no ENADE, infraestrutura e qualidade do corpo docente) e dos conceitos de mestrado e doutorado, ancorados na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (Capes).

O índice considera o CPC dos cursos avaliados no ano do cálculo e nos dois anos anteriores. Por isso a divulgação refere-se aos três anos suficientes para que todas as áreas sejam avaliadas.

Notas 1 e 2 são insuficientes e o mau desempenho acarreta em punições por parte do MEC. Uma das medidas possíveis, por exemplo, é a proibição de novos vestibulares até que a instituições aponte soluções para melhora do desempenho.

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