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Trabalhadores fazem protesto em frente a casa dos deputados Lazaro Botelho e César Halum

Redação AF - |
Foto: Sintet
Trabalhadores na Avenida Cônego João Lima, a principal de Araguaína.

A mobilização nacional contra a Reforma Trabalhista (PL 6787/2016) e a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), que tramitam no Congresso Nacional, começou a todo vapor em várias cidades brasileiras, nesta sexta-feira (28). Em Araguaína (TO), centenas de trabalhadores estão nas ruas desde cedo. A mobilização foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) e Sindicato dos Servidores Públicos (Sisepe). O lema é “Diga não à reforma da previdência ou morra trabalhando”.

O diferencial do ato é que os manifestantes se deslocaram para a frente da residência dos deputados federais Lázaro Botelho (PP) e César Halum (PRB), que fica nos setores Anhanguera e Urbanístico, respectivamente. Os dois parlamentares já votaram favoráveis à reforma trabalhista. Com faixas, cartazes e carro de som, os trabalhadores querem convencê-los a votar contra a reforma da previdência.

Foto: JJ Leandro
Protesto em frente à casa do deputado federal Lázaro Botelho (PP).

A bancada federal do Tocantins votou em peso favorável à reforma trabalhista, com exceção de Dulce Miranda (PMDB), que não compareceu à sessão. Para César Halum, a reforma trabalhista é o “melhor para o Brasil”.

Foto: Divulgação
Protesto em frente à casa do deputado federal César Halum

Os trabalhadores também percorreram as principais avenidas de Araguaína e protestaram em frente à Câmara Municipal de Vereadores.

Além dos sindicatos, várias instituições se manifestaram contra a reforma proposta pelo governo de Michel Temer. A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE) afirmou que apoia a manifestação por entender que as reformas, da forma como foram propostas, mexem com direitos de minorias e, consequentemente, com a população mais pobre. Além disso as mudanças não foram amplamente discutidas pela população.

Enquanto em Palmas o prefeito Carlos Amastha prometeu cortar o ponto de quem participar da greve nacional, a Defensoria Pública autorizou os servidores a participar da mobilização, desde que previamente acordados com as chefias imediatas.

Foto: Sintet
Protesto dos trabalhadores em Araguaína

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