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Travesti agredida com pancadas na cabeça morre após quatro dias internada em hospital de Araguaína

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Local onde a travesti foi agredida

A travesti Vitória Castro, de 36 anos, morreu quatro dias após ter sido agredida com pancadas na cabeça em Araguaína (TO). A morte dela foi declarada na noite da última segunda-feira (10/04), por edema e hemorragia cerebral, causados por múltiplas fraturas no crânio.

Vitória Castro foi encontrada desacordada na rua Canindé, esquina com a Avenida Bernardo Sayão, no Setor Entroncamento, na madrugada do dia 06 de abril. Ela foi socorrida e encaminhada para o Hospital Regional de Araguaína, mas não resistiu aos ferimentos.

A Defensoria Pública do Tocantins afirmou que atuou em diversas frentes para garantir a dignidade humana ainda em vida e no sepultamento da travesti. O sepultamento ocorreu na manhã desta quarta-feira (12/04), no cemitério público localizado no Setor Monte Sinai, em Araguaína.

Familiares, amigos e representantes da Atrato – Associação de Travestis e Transexuais do Tocantins e Coletivo Flor de Pequi se mobilizaram em um cortejo do IML ao cemitério.

Local da agressão

Testemunhas, que também são travestis, afirmaram à Polícia Militar que viram Vitória Castro antes do ocorrido na companhia de outra travesti chamada de “Cicarele”. Contudo, disseram que não presenciaram as agressões e nem sabem a identidade do agressor.

Foto: Divulgação
Enterro do corpo da travesti

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