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Vereador escreve “esprica” e gera polêmica em ofício com erros ortográficos

Redação AF - |
Foto: Divulgação
O ofício redigido pelo vereador possui vários erros de ortografia

Agnaldo Araújo //AF Notícias

Para ser candidato a um cargo eletivo no Brasil não é exigido nenhum grau de escolaridade, apenas que a pessoa seja alfabetizada.

A Constituição Federal prevê no seu artigo 14, parágrafo 3°, que para se candidatar a um cargo político basta ter nacionalidade brasileira, alistamento eleitoral, pleno exercício dos direitos políticos, filiação partidária e a idade mínima de 18 anos para vereador.

Por essas razões, muitos políticos de nosso país não dominam sequer a norma padrão da língua e saem por aí cometendo diversos equívocos, principalmente ao redigir um documento.

O caso mais emblemático foi o do palhaço Tiririca reeleito em 2014 com 1.016.796 votos para deputado Federal. Nas eleições de 2010 ele havia sido eleito com cerca de 1,35 milhão de votos, e teve que provar posteriormente sua alfabetização.

Muricilândia

No Tocantins, um vereador da cidade Muricilândia (TO), no norte do Estado, causou polêmica ao redigir um ofício com vários erros de ortografia. Logo no início do documento, o parlamentar escreve “comprimento”, que se refere à medida, ao invés de “cumprimento”, de saudação. E não parou por aí, em seguida ele escreve “prezidente”.

O vereador não se intimida e ao cumprimentar os demais colegas em nome do presidente, escreve “sintasi todos cumprimentados”. Mais à frente ele redige “veriador”, “vocá esselência”, “esprica”, “sosiedade”, “cavolgada” e ainda “vc” que é utilizado apenas para trocas de mensagens informalmente.

O referido ofício do vereador era em relação ao valor gasto na cavalgada de Muricilândia, que segundo ele, o presidente havia informado ser de R$ 400 mil. O parlamentar queria explicações sobre como foi gasto esse montante.

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