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Vereadores de oposição querem derrubar aumento de 70% na iluminação pública e criticam reajuste do IPTU

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Os vereadores José Ferreira Barros Filho (Ferreirinha), Neto Pajeú, Rosewelt Cormineiro e Batista Capixaba

AF Notícias //Da Redação

A bancada de oposição ao prefeito Ronaldo Dimas (PR) na Câmara Municipal está se mobilizando para derrubar o decreto que reajustou em 70% a contribuição de iluminação pública em Araguaína (TO), válida para 2016. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município, no dia 30 de dezembro. A previsão é arrecadar cerca de R$ 10,4 milhões durante o ano.

A oposição também criticou severamente a correção do IPTU em 10,48%. Para os vereadores, a elevação do imposto não se justifica, pois recentemente a população já foi obrigada a suportar o maior reajuste da história, que ultrapassou em muitos casos os 1.000%.

Estão encabeçando o movimento os vereadores José Ferreira Barros Filho (Ferreirinha), Neto Pajeú, Rosewelt Cormineiro e Batista Capixaba.

Para o peemedebista Ferreirinha, o reajuste de 70% através de decreto pelo prefeito foi “desrespeitosa e covarde” e ainda sacrifica toda sociedade araguainense. “Mas nós vereadores que temos compromisso com o povo, não aceitaremos e não nos calaremos. Partiremos em defesa da derrubada desse decreto esdrúxulo, e com certeza sairemos vencedores, todos nós e a sociedade. A sociedade civil de Araguaína, pode ter convicção plena que estaremos imbuídos dos melhores propósitos para derrubarmos o decreto da inconsequência”, declarou Ferreirinha.

O vereador Rosewelt  Cormineiro divulgou nota de repúdio e classificou os aumentos tributários como “presente de grego”. “Não posso concordar com esse aumento que agrava ainda mais a vida financeira das famílias. A situação é preocupante e merece reação”, afirmou.

O parlamentar disse ainda que a luta é para reduzir a carga tributária, por uma administração transparente, responsável com a redução das despesas e melhoramento dos serviços públicos. “Aumentar a carga tributária é um retrocesso e uma afronta à população de Araguaína”, criticou Rosewelt.

Já a prefeitura justifica que o reajuste da contribuição de iluminação pública é necessário para cobrir os custos operacionais que devem chegar este ano a R$ 10,4 milhões. Em relação ao IPTU, a prefeitura afirmou que não se trata de reajuste, mas de atualização monetária conforme o índice registrado pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

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