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Arnaldo Filho

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Colinas do Tocantins

Após ação da PF, Kasarin diz que opositores 'deram com a cara no chão': 'não acharam nada'

"Aqui não encontraram nada de irregular", afirma o prefeito em vídeo.

Por Arnaldo Filho 508
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12/03/2026 09h45 - Atualizado há 1 mês
Prefeito Kasarin comenta operação da PF em sua residência

Notícias do Tocantins – O prefeito de Colinas do Tocantins, Josemar Carlos Kasarin (UB), usou as redes sociais na manhã desta quarta-feira (12) para se pronunciar após ser alvo de uma operação da Polícia Federal que cumpriu mandado de busca e apreensão em sua residência.

A investigação apura a suspeita de violência política de gênero contra uma vereadora do município, além da possível atuação de uma milícia digital voltada a atacar adversários políticos nas redes sociais. Dois influenciadores digitais também são investigados no caso.

No vídeo publicado poucas horas após a operação, Kasarin relatou que os agentes realizaram uma vistoria em sua casa e deixaram o local sem apreender nada de ilícito.

"Hoje, dia 12 de março de 2026, agora são 7 horas da manhã, gostaria de noticiar que recebemos uma visita ilustre da Polícia Federal aqui na casa do Azulão. E aquele ditado: quem não deve, não teme. Depois de fazerem uma vistoria, não encontraram nada de irregular e se despediram aqui da casa azul do prefeito Azulão, que eu inclusive acabei de pintar esta semana", afirmou.

O prefeito também atribuiu a investigação a denúncias feitas por adversários políticos. "Você que trabalha na vida pública com certeza vai se deparar com momentos como esse. Mas quem trabalha com exemplo, transparência, seriedade e honestidade, nada acontece. Isso são intrigas da oposição, tentando fazer confusão com o prefeito Azulão. E mais uma vez deram com a cara no chão, porque aqui não encontraram nada de irregular (sic)", finalizou.

 

Pré-candidato a deputado estadual

Kasarin é pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026 e deverá renunciar ao cargo de prefeito no início de abril, dentro do prazo legal de desincompatibilização exigido pela legislação eleitoral para quem pretende disputar o pleito.

A operação da Polícia Federal ocorre justamente em meio à movimentação política que antecede o período eleitoral.

Investigação

Segundo as informações preliminares da investigação, o foco é apurar se houve organização de uma estrutura digital para disseminar ataques ou campanhas contra adversários políticos, prática que pode configurar crimes eleitorais e contra a honra.

Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes sobre eventuais materiais apreendidos ou o número de investigados envolvidos na apuração. A investigação segue em andamento.

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