Pindorama (TO)

Fazendeiro acumula prejuízo de quase R$ 1 milhão com furto de gado; grupo é denunciado

Investigações apontam que os furtos ocorreram de forma recorrente ao longo de anos.

Por Redação
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09/03/2026 09h20 - Atualizado há 1 mês
Trio estava praticando o crime há anos de forma silenciosa

Notícias do Tocantins - A Polícia Civil do Tocantins desarticulou um esquema milionário de furto de gado que, segundo as investigações, vinha sendo praticado de forma silenciosa há vários anos e causou um prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão a um produtor rural.

A operação foi realizada no sábado (07/03), quando equipes da 81ª Delegacia de Polícia de Ponte Alta cumpriram mandados de busca e apreensão em uma propriedade rural localizada no município de Pindorama do Tocantins. A ação faz parte da investigação que apura a atuação de uma associação criminosa especializada no furto de gado.

Três homens foram denunciados pelos crimes de furto qualificado, associação criminosa, furto com abuso de confiança e furto em concurso de pessoas. São eles: S.M., de 22 anos; T.X., de 23; e A.X., de 48 anos.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados teriam atuado de forma contínua ao longo de cerca de quatro anos, retirando animais da propriedade da vítima de maneira gradual para evitar suspeitas. O esquema resultou em um rombo milionário, comprometendo parte significativa do rebanho do produtor.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais realizaram diligências nas residências dos investigados e também em propriedades vizinhas. Na operação, cabeças de gado foram localizadas e apreendidas, animais que poderão ser utilizados no processo de ressarcimento dos prejuízos causados à vítima.

O delegado responsável pelo caso, Roberto Assis, destacou que o trabalho investigativo foi fundamental para identificar o esquema e recuperar parte dos bens subtraídos.

“Essas apreensões serão importantes para o ressarcimento da vítima, já que os furtos ocorreram ao longo de quatro anos e provocaram um prejuízo significativo”, afirmou.

A operação contou com o apoio do Núcleo de Polícia Científica e do Núcleo de Perícia Técnica de Porto Nacional, além da atuação conjunta com o Ministério Público e o Poder Judiciário da Comarca de Ponte Alta, que autorizaram as medidas judiciais necessárias para o avanço das investigações.

Os denunciados permanecem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil segue com as investigações para identificar possíveis desdobramentos do esquema.


 

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