Envenenamento

Marido e sogra são suspeitos de envenenar professora com chumbinho

A polícia segue apurando as circunstâncias da morte de Larissa.

Por Mariana Dias 549
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12/05/2025 10h16 - Atualizado há 11 meses
Marido e sogra são suspeitos de envenenar professora com chumbinho

Um médico e a mãe dele são os principais suspeitos da morte de uma professora de pilates, de 37 anos, no interior de São Paulo. Um laudo toxicológico revelou que Larissa Rodrigues foi envenenada com chumbinho, um veneno proibido no Brasil. O marido e a sogra de Larissa teriam planejado o envenenamento gradual da professora. Larissa estava casada com o médico desde 2014.

Imagens de câmeras de segurança, exibidas por um programa da Record, mostram seus últimos momentos no elevador do prédio. A polícia investiga o caso como possível envenenamento. 

Detalhes da morte

O marido de Larissa afirmou à polícia que tentou reanimá-la após encontrá-la desacordada. No entanto, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) indicou que ela já estava morta havia pelo menos cinco horas, com sinais de rigidez cadavérica, segundo Mário Luchetti, subcomandante da Guarda Civil Municipal.

Suspeita de envenenamento

A polícia suspeita que Larissa foi envenenada gradualmente. Mensagens enviadas por ela a uma amiga revelaram que se sentia mal após consumir uma sopa oferecida pela sogra. As autoridades estão analisando amostras para confirmar a presença de substâncias tóxicas.

Contexto pessoal e traição

Investigações apontam que Larissa descobriu um relacionamento extraconjugal do marido com uma estudante de 26 anos, flagrado na porta de um cinema. O pai da vítima relatou que ela desabafou sobre a infidelidade e considerava encerrar o casamento.

Uso de herança

Segundo Matheus Fernandes, advogado da família, Luiz utilizou valores da previdência deixada pela mãe de Larissa, falecida em dezembro de 2024, para pagar contas pessoais. A defesa do marido nega as acusações e afirma que ele é inocente.

Como denunciar casos de violência ou suspeita de crime

Denúncias de violência ou suspeitas de crimes, como envenenamento, podem ser feitas pelo Disque 100 ou em delegacias locais. Em emergências, a Polícia Militar deve ser acionada pelo 190. O anonimato é garantido, e as autoridades recomendam relatar qualquer indício para proteger possíveis vítimas.

A polícia segue apurando as circunstâncias da morte de Larissa, com exames toxicológicos em andamento. Luiz permanece sob investigação, e o caso aguarda novos desdobramentos judiciais.

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