Casal de pastores

Suspeita de envolvimento na morte de pastores no Tocantins é presa em Santa Catarina

As investigações seguem para identificar a motivação e outros possíveis participantes.

Por Redação 1.807
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28/06/2025 09h30 - Atualizado há 9 meses
Suspeita de envolvimento na morte de casal em Pium é presa em Santa Catarina

Notícias do Tocantins - Uma mulher de 48 anos, suspeita de envolvimento nas mortes do casal de pastores, Francilene de Sousa Reis e Silva, de 42 anos, e Dorvalino das Dores da Silva, de 63 anos, foi presa na cidade de Joinville (SC). O casal foi encontrado morto no dia 17 de junho, dentro da residência onde vivia, no Assentamento Pericatu, zona rural de Pium, no Tocantins.

A delegada Jeannie Daier de Andrade, titular da 57ª Delegacia de Polícia de Pium, disse que a suspeita foi presa após representação da polícia pela decretação da prisão preventiva, além do pedido de mandado de busca e apreensão de objetos relacionados ao crime. As medidas foram deferidas pelo juízo de Cristalândia.

“A localização e a prisão da suspeita foram possíveis graças à cooperação com as forças de segurança de Santa Catarina. Ela foi encontrada e está recolhida em unidade prisional feminina no estado. Já iniciamos o processo para recambiá-lá ao Tocantins”, afirmou a delegada.

As investigações seguem com o objetivo de identificar a motivação e outros possíveis participantes no crime.

CRIME

O duplo homicídio abalou a comunidade do Assentamento Pericatu, localizado na zona rural de Pium, no oeste do Tocantins. Francilene de Sousa Reis e Silva, de 42 anos, e Dorvalino das Dores da Silva, de 63 anos, ambos pastores da Igreja Assembleia de Deus Madureira, foram encontrados mortos com ferimentos de arma de fogo na cabeça dentro da própria residência.

O filho do casal chegou em casa e encontrou os pais já sem vida. Testemunhas relataram à Polícia Militar que um homem chegou ao local em uma motocicleta, estacionou a cerca de 30 metros da casa, entrou correndo na residência e, após os disparos, fugiu no veículo.

Dorvalino e Francilene eram os dirigentes da Assembleia de Deus Madureira no assentamento.

 

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