Em Augustinópolis

Vigilante de abrigo é preso suspeito de abusar sexualmente de duas crianças da unidade

Vítimas tem 9 e 11 anos de idade. Caso ocorreu em Augustinópolis.

Por Redação
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04/12/2025 08h41 - Atualizado há 1 mês
Caso ocorreu em Augustinópolis, na região do Bico do Papagaio.

Notícias do Tocantins -  O vigilante de um abrigo municipal voltado ao acolhimento e proteção de crianças e adolescentes foi preso em flagrante na noite desta terça-feira (02) pela 2ª Delegacia de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (DEAMV) de Augustinópolis, com apoio da Polícia Militar. O homem, de 40 anos, identificado pelas iniciais J.S., é suspeito de estuprar duas crianças de 9 e 11 anos dentro da própria unidade onde trabalhava como responsável pela segurança.

A delegada Daniela Caldas, titular da 2ª DEAMV, informou que a ação foi desencadeada logo após a polícia receber denúncias de que o vigilante estaria abusando sexualmente das crianças durante seu plantão. As vítimas relataram imediatamente o ocorrido à equipe do abrigo, que acionou a Polícia Civil.

Com base nos relatos e nas primeiras evidências, a DEAMV iniciou imediatamente as diligências, colheu depoimentos e confirmou que o suspeito teria se aproveitado do turno de trabalho para cometer os abusos.

Após saber da denúncia, o vigilante enviou uma mensagem de despedida à esposa e desapareceu durante o dia. Ele alegou posteriormente ter tentado tirar a própria vida, sem sucesso. As forças de segurança ampliaram as buscas e localizaram o suspeito ainda na noite de terça-feira, efetuando a prisão em flagrante.

“A gravidade é extrema, e a resposta precisava ser imediata. A atuação integrada da Polícia Civil e da Polícia Militar foi essencial para localizar o suspeito e assegurar proteção total às vítimas. A defesa das crianças é prioridade absoluta”, destacou a delegada Daniela Caldas.

Após a formalização da prisão, o autor foi encaminhado à Unidade Penal Regional de Augustinópolis, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. As crianças estão recebendo atendimento especializado, com acompanhamento da rede de proteção, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), resguardando integralmente suas identidades.

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do fato.

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