Festival junino

Com 21 anos de história, Malacabados busca 4º título de campeã do arraiá de Araguaína

Grupo apresentará fatos e curiosidades sobre a Comunidade Mumbuca.

Por Redação
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25/06/2022 08h34 - Atualizado há 1 mês
Este ano, a junina conta com 50 pessoas envolvidas

A terceira entrevista da série que conta a trajetória das quadrilhas participantes do Festival São João do Cerrado traz a história e a expectativa do grupo Malacabados. A junina se apresentará neste domingo (26), segundo dia de evento. 

O grupo, que tem 21 anos de existência, levará para o público do festival fatos e curiosidades sobre a Comunidade Mumbuca, que fica no Município de Mateiros do Tocantins. 

Os Malacabados surgiram da iniciativa de estudantes de um colégio da rede pública de Araguaína, que criaram o grupo para se apresentarem em escolas e igrejas da cidade. Em 2009, decidiram competir, sendo o festival de Araguaína um dos primeiros a participarem como profissionais, adotando a dança estilizada. 

Retorno ao São João

Depois de dois anos com apresentações on-line, a expectativa da quadrilha é grande para voltar ao tablado e ver a presença do público. “Foram dois anos desafiadores em que tivemos que nos adaptar ao formato digital, muitos imprevistos ocorreram. Mas, passado esse momento, agora é só alegria em poder sentir a energia das pessoas nas arquibancadas, nos motivando e fazendo valer a pena a espera pelo retorno dessa festa”, destacou o presidente da Malacabados, Mayck Silva. 

Este ano, a junina conta com 50 pessoas envolvidas, sendo 32 na estrutura e organização e 18 casais responsáveis pela apresentação e performance artística.

Membro do grupo desde 2012, o retorno ao São João para a dançarina Gesiane Vieira tem uma mistura de alegria e ansiedade. 

“Durante a pandemia, tive meu primeiro filho e com toda novidade que passei a viver pensei em desistir da quadrilha da qual faço parte há 10 anos, mas, com o grupo me ajudando com meu filho durante os ensaios, continuo firme e darei o melhor neste retorno, tendo meu pequeno como maior motivação”, disse a dançarina.

Histórico em festivais

Em 2015, a junina foi campeã do Festival São João do Cerrado pela primeira vez. No mesmo ano, também levou o título de campeã do 28º Cidades Frente a Frente em Conceição do Araguaia, no Pará.

Em 2016, foi bicampeã do São João do Cerrado, bicampeã do 29º Cidades Frente a Frente, em Conceição do Araguaia, e campeã pela primeira vez nas cidades de Ourilândia do Norte e Redenção, no Pará.

Em 2018, conquistou pela terceira vez o primeiro lugar do festival de Araguaína, foi vice-campeã do 31º Cidades Frente a Frente e vice-campeã na cidade de Redenção. Em 2019, foi mais uma vez vice-campeã do 32º Cidades Frente a Frente.

“Com a pandemia da covid, muitos membros deixaram o grupo, mesmo assim não desistimos da nossa paixão pelo São João. No ano passado, celebramos nossos 20 anos realizando diversos eventos de forma híbrida para não perdermos o ritmo dos festivais”, contou o presidente.

Programação

Dia 25 (sábado)
20h – Concurso temático das quadrilhas;
23h - Show cantor Carlone Alves; 
01h – Show Forrozão Tropykália.

Dia 26 (domingo)
20h – Festival das quadrilhas juninas;
22h – Show Embalo do Forró;
00h – Show Forró Pegado e Bola da Guitarra.

Junina durante ensaio

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