Lazer e diversão

Lago Azul é opção para pesca esportiva em Araguaína durante período da piracema

Proibição da pesca nos rios do Tocantins vai até 28 de fevereiro de 2021.

Por Redação 759
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27/11/2020 12h11 - Atualizado há 2 meses
"Tem tucunaré de 40 cm, tambaqui maior que um prato, surubim, piau, mandi e outros”, diz pescador

Para muitas pessoas, a diversão preferida dos finais de semana é ir para um rio pescar. Durante o período da piracema, a única opção é a modalidade esportiva. Em Araguaína, o apaixonado pela pesca pode utilizar o Lago Azul na prática recreativa. O local tem a fauna em recuperação pela Prefeitura, por meio do Projeto Lago Vivo, que reintroduzirá 200 mil novos alevinos.

O geógrafo Ranieri Rodrigues de Sousa Almeida, 48 anos, é um desses atletas que não dispensam a oportunidade do contato com a Natureza. “Eu pesco direto no Lago Azul e temos uma comunidade de mais de 200 pessoas, que também ajudam a preservar o local. Nós gostamos mesmo é de pescar, medir e soltar, e tem muitos peixes no lago. Tem tucunaré de 40 cm, tambaqui maior que um prato, surubim, piau, mandi, entre outros”, afirmou.

O objetivo do projeto é justamente buscar a aproximação da população com o lago e por isso a Prefeitura de Araguaína regulamentou a pesca esportiva no local, com regras e documento gratuito disponíveis no site http://pesca.araguaina.to.gov.br/. O morador pode se divertir usando anzol, chumbada, linha, vara ou caniço, molinete, carretilha ou similar, iscas artificiais e naturais, sendo obrigatória a prática do pesque e solte.

Só esportiva

A proibição da pesca para consumo nos rios do Tocantins teve início no dia 1º de novembro e vai até 28 de fevereiro de 2021, com a Portaria nº 124/2020, do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

A pesca predatória é considerada crime e quem pratica está sujeito a multa de R$ 300 a R$ 10.000, com acréscimo de R$ 20 por quilo do produto da pesca, e ainda à suspensão da licença, apreensão do material de pesca e do pescado, bem como às demais penalidades previstas em lei.

“Semanalmente, a Fiscalização Ambiental da Prefeitura percorre a região para coibir a pesca predatória, que é proibida no local a qualquer época do ano. O material irregular encontrado é recolhido, o dono é autuado e pode responder por crime ambiental”, alertou o superintendente do Meio Ambiente, Oriale Barbosa.

O local tem a fauna em recuperação pela Prefeitura, que reintroduzirá 200 mil novos alevinos

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