Recuperação de rodovias

Marcelo Miranda autoriza projetos de engenharia para restaurar 1.382 km de rodovias

Por Redação AF
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28/11/2017 14h08 - Atualizado há 1 semana
O Governo do Tocantins anunciou que dará o início à segunda etapa do Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias (CREMA) pelo Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), com a assinatura da ordem de serviço (OS) para a empresa Strata Engenharia Ltda. Segundo a Secretaria de Infraestrutura, a ordem de serviço é para a elaboração de projetos de engenharia para reabilitação e manutenção de mais 1.382,86 kms de rodovias estaduais, em conformidade com o contrato nº 036/2017, no valor de R$ 4.071.316,32 milhões. O evento acontecerá nesta sexta-feira, 1º de dezembro, em Taguatinga, região sudeste do estado. Ainda conforme o Governo, este também é o início dos trabalhos da segunda etapa do PDRIS-CREMA, já apelidado de CREMA-2, que promoverá a continuação da reconstrução e restauração da malha viária estadual pavimentada em parceria com o Banco Mundial. Após a elaboração dos projetos, a Ageto iniciará a licitação das obras para cada região contemplada. Os 1.382,86 km foram divididos em lotes de acordo com as Residências Rodoviárias da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto) para otimização dos trabalhos. A primeira ordem de serviço abrangerá 284,80 km de extensão, composto por 11 trechos em rodovias estaduais, sob a responsabilidade da Residência Rodoviária de Dianópolis. Os projetos são para os trechos de Dianópolis a Novo Jardim; Novo Jardim a Divisa TO-GO; Divisa TO/GO (Garganta) ao Entroncamento da TO-040 (Dianópolis); Entroncamento TO-040 a Ponte Alta do Bom Jesus; Ponte Alta do Bom Jesus ao Entroncamento da BR-242 (Taguatinga); Taguatinga a Aurora; Aurora a Lavandeira; Lavandeira a Combinado; Combinado a Novo Alegre; Novo Alegre a Divisa TO-GO e Entroncamento TO-110 aos Azuis. Projetos A elaboração dos projetos de engenharia para reabilitação e manutenção de cada trecho deverá conter a manutenção preliminar; a restauração; a drenagem; a sinalização e a manutenção rotineira. A manutenção preliminar será realizada logo nos primeiros seis meses de contrato,  com a empresa ganhadora da licitação para execução da obra, tendo como objetivo devolver as condições normais de trafegabilidade e segurança da rodovia e é realizada anteriormente à restauração. A restauração são obras de recuperação completa da estrutura do pavimento da rodovia, com ênfase nos pontos considerados críticos. Envolve a reconstrução total ou parcial do trecho com a substituição das camadas e revestimento asfáltico, além do nivelamento dos acostamentos com pista utilizada para o tráfego de veículos. A drenagem é realizada antes das obras de restauração, consiste nos serviços de implantação, reconstrução e manutenção dos dispositivos de drenagem como bueiros, canaletas, sarjetas, drenos profundos e superficiais e descidas d’água, entre outros. A sinalização é a implantação da sinalização viária horizontal (pintura da pista, tachas e tachões) e vertical (placas de trânsito). A manutenção rotineira tem início no terceiro ano do contrato e é realizada de forma contínua até o fim dos cinco anos de contrato. De caráter rotineiro envolve reparos localizados no pavimento e no acostamento, além da manutenção dos dispositivos de drenagem da rodovia, pontes, faixa de domínio, sinalização, acessos e intervenções. Também inclui a roçagem da vegetação às margens da rodovia.

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