Investigação

MPTO apura ameaças, violência psicológica e maus-tratos contra crianças em creche municipal

Denúncia envolve alunos do CMEI Elizabetha Reni Worst, em Aliança do Tocantins.

Por Arnaldo Filho
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04/08/2026 10h30 - Atualizado há 6 dias
A denúncia foi encaminhada ao MPTO pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos.

Notícias do Tocantins - Uma denúncia de ameaças, violência psicológica e maus-tratos contra crianças matriculadas em uma creche pública está sendo investigada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO).

O caso envolve o Centro Municipal de Educação Infantil Elizabetha Reni Worst, localizado no município de Aliança do Tocantins. A denúncia foi encaminhada ao MPTO pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos.

O procedimento não informa quantas crianças estariam envolvidas, quem teria praticado os supostos atos nem em quais circunstâncias os episódios teriam ocorrido. Também não há, até o momento, conclusão sobre a veracidade das acusações.

O Procedimento Administrativo nº 2026.0005172 foi instaurado em 31 de julho de 2026 pela 9ª Promotoria de Justiça de Gurupi. O ato foi assinado pela promotora de Justiça Ana Lúcia Gomes Vanderley Bernardes. O prazo inicialmente previsto para conclusão é 31 de julho de 2027.

Durante a apuração preliminar, foram enviados ofícios à Secretaria Municipal de Educação, à direção do centro infantil e ao Conselho Tutelar para que apresentassem informações sobre os fatos narrados.

Como a situação exige acompanhamento das providências administrativas e protetivas, a Notícia de Fato foi transformada em procedimento administrativo.

O objetivo é acompanhar a apuração das supostas ameaças, da violência psicológica e dos maus-tratos, além de fiscalizar as medidas adotadas para proteger as crianças.

O Ministério Público determinou que seja aguardada a resposta a uma das requisições já expedidas. Após o recebimento das informações, a Promotoria poderá realizar novas diligências e avaliar a necessidade de medidas administrativas ou judiciais.

Por envolver crianças, os nomes e outras informações que possam permitir a identificação das possíveis vítimas devem permanecer preservados. A instauração do procedimento não representa responsabilização antecipada de servidores ou gestores da unidade.

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