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Por iniciativa do SOMOS, Câmara de Palmas debaterá direitos das pessoas com fibromialgia

Objetivo é discutir os principais desafios enfrentados por quem convive com a doença.

Por Redação | AF Notícias
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22/05/2025 14h10 - Atualizado há 7 meses
Segundo a SBR, entre 2% e 4% da população brasileira convive com a doença.

Notícias de Palmas - A Câmara Municipal de Palmas promove nesta quinta-feira (23), às 9h, uma audiência participativa para discutir a Política Municipal de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia. O evento, aberto ao público, será realizado no plenário da Casa e pretende reunir pacientes, profissionais da saúde, especialistas, entidades e a população em geral para debater os principais desafios enfrentados por quem convive com a doença.

A audiência é uma iniciativa do mandato Coletivo SOMOS (PT) e tem como objetivo articular propostas para ampliar a visibilidade, o apoio e os direitos das pessoas com fibromialgia na capital. A proposta busca consolidar diretrizes para atendimento especializado, campanhas educativas, capacitação de profissionais e ações de inclusão no mercado de trabalho.

O covereador Alexandre Peara destacou a importância da escuta ativa na construção de políticas públicas mais justas e eficazes. “A fibromialgia é uma doença muitas vezes invisível aos olhos da sociedade, mas com impactos profundos na vida das pessoas. Nosso compromisso é garantir que essas vozes sejam ouvidas e que as políticas públicas estejam à altura dos desafios que elas enfrentam”, afirmou.

Ele também reforçou que a participação popular será essencial para qualificar a proposta legislativa. “Queremos construir essa política com quem vive essa realidade no dia a dia. O espaço da audiência é justamente para isso: dialogar, acolher e transformar a escuta em ação concreta”, destacou.

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ENTENDA A FIBRIOMIAGIA

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, fadiga intensa, distúrbios do sono e problemas cognitivos, como dificuldade de concentração e memória. Afeta predominantemente mulheres e, embora não tenha cura, pode ser controlada por meio de um tratamento multidisciplinar, que inclui medicação, fisioterapia, psicoterapia, exercícios físicos e mudanças no estilo de vida.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), entre 2% e 4% da população brasileira convive com a condição.

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